Um episódio envolvendo participantes do bloco carnavalesco “O Pior Bloco do Mundo” e membros da Boas Novas Church gerou controvérsia em Belo Horizonte na quinta-feira, 5 de fevereiro. Ao passar pelo bairro Santa Efigênia, próximo ao templo religioso, um grupo de foliões realizou gestos e exibições consideradas obscenas na direção da igreja, no momento da saída dos fiéis após um culto.
A pastora da igreja, Kelle Gripp, registrou imagens do ocorrido, que mostram indivíduos próximos ao portão com um objeto fálico, chegando a obstruir brevemente a via de acesso. “É muito abuso! Eu sei que as pessoas têm liberdade de expressão, mas a gente não faz isso nos terreiros, nos centros espíritas, na igreja católica. Isso é abuso mesmo!”, declarou a líder religiosa.
Repercussão Política e Legal
A deputada estadual Alê Portela (PL) emitiu uma nota oficial repudiando o comportamento observado. “Repudiamos com enorme veemência o comportamento de foliões que dirigiram gestos obscenos e atos de escárnio a fiéis… Esse crime ocorreu inclusive na presença de crianças e adolescentes”, afirmou.
A parlamentar informou que irá solicitar a abertura de um inquérito policial para investigar a ocorrência, citando como possíveis enquadramentos os crimes de intolerância religiosa e ato obsceno em local público.
A Frente Parlamentar Cristã da Câmara Municipal de Belo Horizonte também se manifestou, encaminhando solicitação à prefeitura para que o caso seja apurado, os envolvidos identificados e as medidas legais cabíveis adotadas. Em seu comunicado, o grupo de vereadores contestou a eventual alegação de que as ações configurariam manifestação cultural, argumentando que “a liberdade de expressão não é um direito absoluto e encontra limites na proteção dos direitos fundamentais de terceiros e na ordem pública”. Com: GospelMais.





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