terça-feira, 7 de abril de 2026

Do lado oculto da Lua, astronauta prega Jesus ao mundo

 O astronauta Victor Glover, piloto da missão Artemis II, fez uma declaração sobre fé momentos antes de perder o sinal com a Terra, durante a aproximação da face oculta da Lua, nesta segunda-feira (6).

Durante a transmissão, Glover mencionou ensinamentos de Jesus Cristo, destacando o mandamento do amor. Ele citou a passagem bíblica de Evangelho de Mateus (22:37-39), afirmando que o maior mandamento é amar a Deus e, em seguida, amar o próximo como a si mesmo.

O astronauta relacionou a experiência no espaço à reflexão sobre valores humanos. Segundo ele, mesmo diante da exploração do cosmos, o amor permanece como um dos princípios centrais da vida na Terra.

Ao encerrar a comunicação, Glover afirmou que, apesar da distância, a tripulação continuaria conectada ao planeta por meio desse sentimento. Ele declarou que a equipe enviava uma mensagem de afeto a todos na Terra.

A fala repercutiu nas redes sociais. O pastor Pedro Pamplona, da Igreja Batista Filadélfia em Fortaleza, comentou que a exploração espacial e a fé cristã podem dialogar, destacando a relação entre ciência e espiritualidade.

Victor Glover é membro de uma igreja cristã nos Estados Unidos e participa de atividades como ensino bíblico ao lado de sua esposa. Em entrevistas anteriores, ele já havia mencionado sua fé e afirmou que busca utilizar suas habilidades profissionais como forma de cumprir seu propósito.

O astronauta também revelou que levou itens pessoais para a missão, incluindo uma Bíblia e uma foto da família, reforçando a importância de sua espiritualidade durante a experiência no espaço.



https://twitter.com/i/status/2041315003504927217


domingo, 5 de abril de 2026

O TÚMULO DE JESUS ESTÁ VAZIO

 

ELE NÃO ESTÁ AQUI. ELE RESSUSCITOU

 Jardim do Túmulo, em Jerusalém. Está escrito na porta.  Muita emoção quando se adentra a esse local

Ele não está aqui, pois ele é ressurreto



sexta-feira, 3 de abril de 2026

F E L I Z P Á S C O A

 



Quanta inversão de Valores
Você chora por parentes e amigos queridos que perdeu.  Ficamos de luto, fica muito triste pela perda de alguém,  por muitas vezes não quer falar nem ver ninguém, porém no dia da morte de quem deu sua vida para lhe salvar, o mundo em sua grande maioria prefere pensar nos dias de folga que o feriado lhe proporcionará. Não paramos nem por alguns segundos para refletir que foi por mim e você que ele deu sua vida e que só estamos vivos porque ele permite isso. Pense nisso.




quarta-feira, 1 de abril de 2026

Anglicanos rejeitam liderança de bispa e articulam outro líder

 


Um grupo de líderes anglicanos conservadores se reuniu nesta semana em Abuja, capital da Nigéria, para discutir a criação de uma nova estrutura de liderança espiritual dentro do anglicanismo. O encontro integra a primeira reunião formal da chamada Comunhão Anglicana Global, iniciativa ligada à Conferência Global de Futuros Anglicanos (GAFCON).

A reunião começou na terça-feira e segue até sexta-feira, reunindo bispos e líderes religiosos de diferentes países. Entre os objetivos do encontro está a escolha de um líder que atuará como “primeiro entre iguais” entre os primazes ligados ao movimento.

A iniciativa ocorre poucas semanas antes da posse da bispa Sarah Mullally, atual bispa de Londres, que deverá assumir em 25 de março como 106ª arcebispa de Canterbury. A cerimônia está marcada para a Catedral de Canterbury, na Inglaterra.

Movimento de ruptura

A criação da Comunhão Anglicana Global foi anunciada após a confirmação da escolha de Mullally para liderar a Igreja da Inglaterra. O movimento foi articulado pela GAFCON, organização formada em 2008 durante um encontro realizado em Jerusalém.

Desde sua fundação, a GAFCON reúne líderes anglicanos que defendem posições teológicas consideradas mais conservadoras, especialmente em debates sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo e sexualidade.

Na ocasião do anúncio da nova arcebispa, a organização afirmou que pretendia “reordenar” a Comunhão Anglicana, defendendo que a Bíblia seja o único fundamento doutrinário da igreja.

A escolha de Mullally foi criticada por integrantes do movimento, que apontaram seu apoio à bênção de casais do mesmo sexo como um fator de divisão dentro da comunidade anglicana.

Debate sobre cisma

Especialistas avaliam que a criação de uma liderança alternativa pode representar uma divisão institucional no anglicanismo.

O historiador Diarmaid MacCulloch, professor emérito de história da Igreja na Universidade de Oxford, afirmou em entrevista à BBC que a iniciativa pode ser interpretada como um cisma, mesmo que não seja oficialmente definida dessa forma.

“Isto é um cisma, mesmo que eles não queiram dizer isso”, afirmou MacCulloch.

Segundo ele, a reunião reúne líderes que defendem um modelo tradicional de liderança eclesiástica e que buscam afirmar uma identidade distinta dentro do anglicanismo global.

Críticas a Canterbury

O arcebispo de Ruanda, Laurent Mbanda, que preside o Conselho de Primazes da GAFCON, afirmou anteriormente que a escolha de Mullally pode ampliar divisões existentes dentro da Comunhão Anglicana.

Em declarações divulgadas no ano passado, Mbanda afirmou que a Sé de Canterbury historicamente desempenhou papel central na liderança espiritual da comunhão.

“Por mais de um século e meio, o Arcebispo de Canterbury funcionou não apenas como Primaz de Toda a Inglaterra, mas também como líder espiritual e moral da Comunhão Anglicana”, declarou.

Segundo ele, parte das igrejas ligadas ao movimento deixou de reconhecer a autoridade espiritual do cargo.

No Compromisso de Kigali, documento divulgado em 2023, líderes da GAFCON afirmaram que não consideram mais o arcebispo de Canterbury como referência de unidade para os primazes anglicanos.

Contexto recente

A posse de Sarah Mullally ocorrerá após sua confirmação oficial no mês passado na Catedral de São Paulo, em Londres. Durante a cerimônia, um participante protestou contra sua nomeação e foi retirado do local.

Recentemente, o Sínodo Geral da Igreja da Inglaterra também decidiu abandonar planos de instituir cerimônias independentes de bênção para casais do mesmo sexo, após um longo debate interno. Segundo o The Christian Post, as discussões refletem as tensões teológicas e institucionais que vêm marcando o anglicanismo global nos últimos anos.




Nova lei no Canadá torna textos bíblicos ‘discurso de ódio’

 


A Câmara dos Comuns do Canadá aprovou, na quarta-feira, um projeto de lei conhecido como “Lei de Combate ao Ódio”, identificado como Projeto de Lei C-09. A medida gerou reação de grupos religiosos, que apontam possíveis impactos sobre a liberdade de expressão de fé.

O texto foi aprovado por 186 votos a 137. O apoio partiu de parlamentares dos partidos Liberal e Bloco Quebequense, enquanto Conservador, Novo Democrático e Verde votaram contra.

A proposta estabelece punições para crimes motivados por ódio com base em critérios como raça, origem étnica, idioma, religião, sexo, idade, deficiência, orientação sexual e identidade de gênero. A legislação define ódio como uma emoção intensa associada à aversão e à difamação.

O projeto também prevê sanções para condutas que busquem intimidar ou impedir o acesso de pessoas a locais como templos religiosos, instituições educacionais, residências para idosos e cemitérios vinculados a grupos protegidos.

O texto inclui um dispositivo que afirma não proibir manifestações sobre temas de interesse público, incluindo conteúdos religiosos, desde que não haja intenção de promover ódio contra grupos identificáveis.

Por outro lado, a proposta revoga uma cláusula do Código Penal canadense que previa proteção para expressões feitas de boa-fé com base em textos religiosos. Essa mudança motivou críticas de lideranças cristãs.

O presidente da Conferência Canadense de Bispos Católicos, padre Pierre Goudreault, enviou carta ao primeiro-ministro Mark Carney manifestando preocupação.

“A proposta de eliminação da defesa de ‘boa-fé’ em textos religiosos levanta preocupações significativas”, afirmou. Ele declarou que a medida pode afetar a segurança jurídica de fiéis, líderes religiosos e educadores.

Goudreault acrescentou que a retirada da salvaguarda pode gerar receio quanto à exposição de ensinamentos cristãos. “A remoção dessa disposição corre o risco de gerar incerteza […] e sujeitar o orador a processos que podem resultar em pena de prisão”, declarou.

Ele também alertou para possíveis efeitos sobre a liberdade religiosa. “Eliminar uma salvaguarda legal clara provavelmente terá […] um efeito inibidor sobre a expressão religiosa”, afirmou.

Para entrar em vigor, o projeto ainda precisa ser aprovado pelo Senado do Canadá. A Casa deve retomar suas atividades em 14 de abril.





terça-feira, 31 de março de 2026

Bispa que apoia união gay é empossada na Igreja Anglicana

 


A Igreja da Inglaterra empossou Sarah Mullally como arcebispa de Canterbury, tornando-a a primeira mulher a assumir a liderança da instituição e da Comunhão Anglicana global. A cerimônia foi realizada na quarta-feira, na Catedral de Canterbury.

O início oficial do ministério público ocorreu durante o culto, após a investidura legal no cargo realizada em janeiro. Aos 64 anos, Mullally destacou sua trajetória de fé ao longo dos anos.

“Jamais teria imaginado o futuro que me aguardava, e certamente não o ministério para o qual agora sou chamada”, declarou durante o sermão, ao recordar sua juventude e o início de sua caminhada com Deus.

Ela também mencionou a ausência de membros da comunhão anglicana que não puderam participar da cerimônia por causa de conflitos internacionais. “Oramos por eles sem cessar, e por todos aqueles que estão em áreas devastadas pela guerra no mundo, na Ucrânia, no Sudão e em Myanmar, para que sintam a presença de Deus, assim como oramos para que a paz prevaleça”, afirmou.

Mullally destacou a importância da esperança e da confiança em Deus diante das dificuldades. “Somos chamados a confiar que nada é impossível para Deus, mesmo quando vemos tantas coisas no mundo que fazem a esperança parecer impossível”, disse, de acordo com o The Christian Post.

Ela acrescentou: “Não suportamos o peso dessa vocação com nossas próprias forças, mas somente com a graça e o poder de Deus”.

Antes de ingressar no ministério pastoral, Mullally atuou como enfermeira, trabalhando com pacientes oncológicos. Ela foi ordenada sacerdotisa em 2001 e passou a servir como bispa de Londres em 2018. Sua eleição como arcebispa ocorreu em outubro, sucedendo Justin Welby, que deixou o cargo anteriormente.

A escolha de Mullally gerou reações divergentes dentro da Comunhão Anglicana, especialmente entre grupos conservadores. Críticas foram direcionadas tanto às suas posições teológicas quanto à presença de uma mulher no cargo.

A GAFCON se manifestou contra a decisão. O reverendo Laurent Mbanda, presidente do conselho de primazes da organização, afirmou que a escolha pode aprofundar divisões internas.

“A Igreja da Inglaterra escolheu um líder que irá dividir ainda mais uma Comunhão já fragmentada”, declarou.

Mbanda também questionou o papel histórico do cargo. “Devido à falha dos sucessivos Arcebispos de Canterbury em zelar pela fé, o cargo não pode mais funcionar como um líder credível dos anglicanos, muito menos como um foco de unidade”, afirmou.




quinta-feira, 26 de março de 2026

Camisas da Seleção sofrem forte rejeição nas redes sociais


 A nova coleção de camisas da Seleção Brasileira, desenvolvida pela Nike para a Copa do Mundo de 2026, gerou repercussão nas redes sociais após o lançamento dos primeiros modelos. Usuários apontaram interpretações simbólicas em elementos visuais das peças e questionaram decisões relacionadas ao design.

A camisa número 2, na cor azul, foi a primeira a ser apresentada. O padrão gráfico, descrito como abstrato, foi associado por parte do público a figuras simbólicas, o que motivou comentários e debates online.

Já o uniforme principal, na cor amarela, ampliou a repercussão após declaração da designer Rachel Denti, divulgada em vídeo pelo Uol. Segundo ela, o termo “vai, Brasa”, utilizado por torcedores em estádios, inspirou a inclusão da expressão em detalhes do uniforme, como etiquetas e meiões.

Após a divulgação, alguns torcedores passaram a associar o termo a interpretações religiosas e culturais, o que gerou críticas nas redes sociais. O especialista em marketing esportivo Fábio Wolff comentou a reação do público. “Quando parece forçado, a rejeição é imediata. Em termos de marketing, a ideia é boa, mas o sucesso depende muito mais da identificação genuína do público do que apenas da estética ou da frase escolhida”, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo.

No meio evangélico, líderes e influenciadores também se manifestaram sobre o lançamento. O pastor Pedro Pamplona, da Igreja Batista Filadélfia, comparou o uniforme brasileiro com modelos de outras seleções. “Essa campanha de marketing da Nike para o uniforme da seleção é inacreditável de ruim. Parece feita por gente que perdeu a conexão real com o próprio país”, declarou.

Outro posicionamento foi feito pelo pastor Jack, torcedor do Grêmio, que afirmou não apoiar a aquisição dos produtos. “Podem divulgar à vontade, mas cristãos conservadores não comprarão esses materiais da Nike”, disse.

A página “Não Esqueço” também publicou críticas ao projeto e à profissional envolvida no design, mencionando conteúdos antigos atribuídos à designer e questionando as escolhas adotadas. Até o momento, a Nike não se manifestou publicamente sobre as interpretações e críticas relacionadas ao lançamento dos uniformes.





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