sexta-feira, 6 de março de 2026

Líder do Hamas é morto em ação de Israel no Líbano


 

Israel realizou novos ataques aéreos no Líbano nesta quinta-feira, 5, marcando o quarto dia consecutivo de bombardeios no país. Um dos ataques matou Wassim Atallah al-Ali, apontado como líder do grupo Hamas, em um campo de refugiados palestinos no norte do território libanês.

Segundo a agência de notícias estatal ANI, al-Ali e sua esposa morreram quando um drone israelense atingiu a residência do casal no campo de Beddawi, localizado nas proximidades da cidade de Trípoli. A agência classificou o homem como integrante do alto comando do Hamas.

De acordo com os relatos, ele é o primeiro dirigente do grupo morto desde o início da ofensiva militar conduzida por Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciada no sábado, 28.

Além dessa ocorrência, autoridades do governo libanês informaram que outros três civis morreram em ataques registrados no país. Segundo os relatórios oficiais, bombardeios atingiram dois veículos na rodovia que liga a capital Beirute ao aeroporto internacional.

Operações militares

Imagens divulgadas pela agência AFP mostraram uma espessa coluna de fumaça sobre a capital Beirute na manhã desta quinta-feira. O ataque ocorreu na zona sul da cidade, região considerada um reduto do grupo armado Hezbollah, organização apoiada pelo Irã.

Em publicações nas redes sociais, as Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram ter realizado uma nova série de ataques contra alvos do Hezbollah em diferentes áreas do território libanês.

Segundo o comunicado militar, os bombardeios tiveram como alvo infraestruturas utilizadas pelo grupo, incluindo locais de lançamento de foguetes e mísseis situados ao sul do rio Litani. As forças israelenses também afirmaram ter atingido uma instalação utilizada para a fabricação de drones.

Escalada do conflito

O Líbano entrou diretamente no conflito na segunda-feira, 2, quando o Hezbollah lançou um ataque contra território israelense. O grupo declarou que a ofensiva tinha como objetivo vingar a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei.

Em resposta às ações militares israelenses, o líder do Hezbollah, Naim Qassem, afirmou que a organização continuará enfrentando o que classificou como “agressão israelo-americana”. A declaração foi transmitida pela emissora de televisão ligada ao grupo.

O Hezbollah afirmou ter realizado pelo menos 23 ataques contra Israel na quarta-feira. Entre as ações reivindicadas está o lançamento de drones contra instalações da indústria aeroespacial israelense no centro do país, atingindo pela primeira vez uma área distante da fronteira.

Segundo a Oeste, o grupo também declarou ter utilizado um “míssil de precisão” contra uma base militar no norte de Israel. Além disso, combatentes do Hezbollah relataram confrontos diretos com soldados israelenses na vila de Khiam, localizada no sul do Líbano, a cerca de seis quilômetros da fronteira entre os dois países.

quinta-feira, 5 de março de 2026

Missionários cristãos enxergam provisão divina em ataque ao Irã: “O tempo se cumpriu”

 


A ofensiva militar lançada por Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos no Irã no último final de semana transcende o campo geopolítico e assume um significado profundamente espiritual para organizações cristãs que há décadas dedicam suas vidas ao povo persa.

Com a confirmação da morte do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, e o recrudescimento da instabilidade interna, ministérios que atuam junto à população iraniana enxergam nos acontecimentos o desdobramento de um processo de intercessão e preparação que se estende por gerações.

A ação militar, apresentada por Washington e Jerusalém como uma operação preventiva para neutralizar ameaças de mísseis e interromper o avanço do programa nuclear iraniano, aprofundou uma crise que já se arrastava por muitos meses. Dados de organizações de direitos humanos indicam que mais de 50 mil pessoas foram detidas e um número equivalente pode ter perdido a vida desde o início das manifestações populares em 28 de dezembro de 2025, acirrando os clamores por uma reestruturação profunda no país.

Transform Iran: “O Momento Chegou”

Em meio à turbulência, a Transform Iran, organização fundada por Lázaro e Maggie Yeghnazar — que deixaram o Irã em 1988 convictos de que Deus os enviava para preparar os fiéis para um futuro retorno —, divulgou uma nota reafirmando seu compromisso histórico com a nação iraniana. “Os eventos no Oriente Médio estão se acelerando. Por 38 anos, temos nos dedicado fielmente a equipar os santos. Agora, o tempo se cumpriu”, declararam os fundadores.

Lana Silk, presidente e CEO da Transform Iran, aprofundou a análise espiritual do momento em entrevista à CBN News, ponderando sobre a complexidade de uma transição política em um país marcado por traumas profundos. “O sofrimento vivido por este povo é imensurável, e precisamos reconhecer o preço que já pagaram. Uma transformação genuína demandará tanto intervenção externa quanto coragem interna”, afirmou.

Segundo Silk, há indícios claros de desgaste nas estruturas do regime iraniano. “Intercedemos por coragem e para que aqueles que recebem ordens injustas se levantem. E testemunhamos essas orações sendo respondidas”, disse, apontando para um crescente anseio entre os iranianos por dignidade, liberdade e condições dignas de vida. Ela classificou a situação como “inevitável e, infelizmente, necessária”, lembrando que, apesar de ninguém desejar a perda de vidas, a população persa enfrenta violência institucionalizada sob o governo dos aiatolás.

Preparativos para o Cenário Pós-Conflito

A Transform Iran, que mantém há décadas ministérios de apoio a cristãos e à população dentro do Irã, percebe na crise não apenas desafios imediatos, mas uma oportunidade espiritual singular. A organização relata que muitos ocupantes de posições de poder no Irã experimentam conflitos internos, dúvidas e temor, o que tem motivado cristãos a intensificarem orações por discernimento e coragem moral.

“Acollhemos a perspectiva de mudança de regime no Irã e estamos estrategicamente preparados para agir no momento oportuno”, declarou Silk, enfatizando a resiliência da igreja subterrânea no país, com muitos cristãos dispostos a “brilhar como luz” em meio às trevas.

A missão revelou que há anos investe na capacitação de evangelistas e pastores para atuar em contextos de transição, oferecendo ajuda humanitária, acolhimento e compartilhamento da fé. “Por décadas, temos treinado obreiros para este exato momento. Agora, nossa equipe está mobilizada para levar o amor de Deus ao povo ferido do Irã”, acrescentou Silk.

Convocação à Oração Global

Para a comunidade cristã voltada ao Irã, os eventos atuais transcendem a cobertura jornalística e se apresentam como uma convocação urgente à intercessão contínua. Silk encerrou seu apelo com uma mensagem carregada de esperança:

“Não almejamos destruição, mas restauração. Oremos por sabedoria, proteção para os inocentes e para que o amor de Deus alcance os corações em meio à tormenta. Conclamamos o Ocidente a se unir em oração. Com o auxílio divino, proclamaremos boas novas aos necessitados, curaremos os corações dilacerados e anunciaremos o ano da graça do Senhor para o Irã”. Com: GospelMais

terça-feira, 3 de março de 2026

Franklin Graham celebra ofensiva contra Irã e clama por libertação do povo iraniano

 


O líder evangélico Franklin Graham, presidente da organização humanitária Samaritan’s Purse e herdeiro do legado do pastor Billy Graham, expressou publicamente seu apoio à operação militar coordenada entre Estados Unidos e Israel contra o regime teocrático do Irã.

Em mensagem publicada na plataforma X (antigo Twitter), Graham agradeceu ao presidente Donald Trump e definiu a ação como uma oportunidade histórica de libertação para o povo iraniano, além de um passo necessário para derrubar o que chamou de “império do mal”.

“Sou grato, presidente @realDonaldTrump, por proporcionar ao povo iraniano uma oportunidade de conquistar a liberdade. Oro por ele e por todos os nossos militares que arriscam suas vidas para defender os Estados Unidos e levar liberdade aos iranianos. Este regime tem assassinado americanos por décadas, e nenhum presidente anterior teve a coragem de enfrentá-lo. Obrigado, Sr. Presidente, por se levantar para pôr fim a este império do mal”, declarou Graham.

Fundamentos teológicos e visão profética

A manifestação de Graham está ancorada em uma cosmovisão teológica comum entre segmentos evangélicos conservadores, que interpretam acontecimentos geopolíticos como instrumentos da justiça divina contra governos tirânicos.

A alusão implícita a personagens bíblicos como Ciro, o Grande — monarca persa que libertou os judeus do exílio babilônico — encontra eco entre fiéis que enxergam na ofensiva militar não apenas uma disputa territorial, mas o cumprimento de propósitos escatológicos.

Graham também estabeleceu um contraste entre a postura de Trump e a de governos anteriores, destacando a “coragem” do atual presidente para confrontar um regime que, segundo ele, acumula décadas de assassinatos de cidadãos americanos.

Irã como “império do mal” 

Ao chamar o Irã de “império do mal”, Graham resgata uma expressão emblemática da Guerra Fria, agora direcionada à teocracia xiita. Para a comunidade judaico-cristã, essa caracterização carrega duplo significado: de um lado, a ameaça existencial que o regime representa a Israel — com o patrocínio a grupos como Hamas e Hezbollah e o avanço de seu programa nuclear — e, de outro, a perseguição religiosa sistemática imposta aos cristãos dentro das fronteiras iranianas.

De acordo com o ranking da organização Portas Abertas, o Irã ocupa a 10ª posição entre os países que mais perseguem cristãos no mundo. A conversão do islamismo é crime punível com a morte, e os seguidores de Cristo são obrigados a realizar cultos clandestinos em igrejas domésticas, sob constante vigilância e risco de prisão.

Clamor por liberdade

Graham também elevou orações para que os militares envolvidos na operação “tragam liberdade ao povo iraniano”. O governo do aiatolá Ali Khamenei — cuja morte foi confirmada durante os bombardeios — ficou marcado por décadas de repressão violenta, execuções sumárias e violações reiteradas dos direitos humanos.

Manifestações recentes, como as de janeiro de 2026, foram duramente reprimidas, com estimativas do canal Iran International apontando até 30 mil mortos em apenas 48 horas. Dados da Anistia Internacional indicam que mais de mil execuções foram realizadas no Irã em 2025, o maior volume registrado pela entidade em 15 anos.

Pouco antes do início dos ataques, mais de 200 líderes cristãos iranianos assinaram uma declaração pública endossando o príncipe herdeiro Reza Pahlavi, herdeiro do deposto xá Mohammad Reza Pahlavi. No documento, eles pedem uma transição política ancorada na sabedoria e na razão, e fazem uma analogia com o governo de Ciro, o Grande — figura bíblica que possibilitou o retorno dos judeus à Terra Santa e a reconstrução do Templo de Jerusalém.

Perspectivas

Para a comunidade judaico-cristã internacional, a derrocada do regime iraniano representa não apenas a neutralização de uma ameaça estratégica, mas também a esperança de liberdade religiosa para os cristãos perseguidos e de maior segurança para Israel diante do antissemitismo patrocinado pelo Estado iraniano.

Contudo, especialistas advertem que a estrutura de poder erguida por Khamenei.

O príncipe Reza Pahlavi, por sua vez, convocou a população à prudência e à organização: “Nestas horas críticas, devemos permanecer focados em nosso objetivo final: retomar o controle do Irã”. Enquanto isso, a comunidade internacional observa com atenção se os bombardeios resultarão em uma transição democrática ou se aprofundarão o caos e o sofrimento da população civil. Com: GospelMais.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Mendonça dá aval para PF quebrar o sigilo bancário e telemático do filho de Lula




O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu pedido da Polícia Federal (PF) para quebrar os sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão, proferida ainda em janeiro e mantida em segredo de justiça, antecede a aprovação de requerimento semelhante pela CPMI do INSS, ocorrida nesta quinta-feira (26) em meio a tumulto no Congresso.

O despacho autoriza que os investigadores tenham acesso a dados sigilosos do empresário para aprofundar as apurações sobre sua possível ligação com o esquema de desvios de recursos de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A PF investiga se Lulinha atuou como “sócio oculto” de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, apontado como principal operador das fraudes. O objetivo é verificar a existência de vínculo societário não declarado entre o filho do presidente e o lobista.

As suspeitas contra Lulinha surgiram a partir de menções feitas por terceiros no inquérito, incluindo mensagens interceptadas, um envelope com seu nome apreendido em buscas e depoimentos de testemunhas. O possível elo entre o filho do presidente e o “Careca do INSS” seria a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, alvo de busca e apreensão na Operação Sem Desconto, que nega irregularidades.

Documentos da investigação apontam que a empresa de Roberta, a RL Consultoria, recebeu repasses que somam R$ 1,5 milhão da Brasília Consultoria, apontada como empresa de fachada do grupo de Antunes. Em mensagens interceptadas pela PF, ao ser questionado sobre um pagamento de R$ 300 mil destinado à empresa de Roberta, o “Careca do INSS” teria respondido que o valor seria para “o filho do rapaz”, expressão que os investigadores interpretam como referência a Lulinha.

Apesar das menções, a própria PF reconhece em seus relatórios que as referências ao nome do empresário surgiram a partir de declarações de terceiros e que, até o momento, não há elemento que comprove participação direta dele nos fatos apurados. O documento ressalta que tais afirmações devem ser analisadas com cautela e submetidas a verificação rigorosa para evitar conclusões precipitadas.

CPMI Aprova Quebra de Sigilo em Meio a Tumulto

A decisão do STF veio a público no mesmo dia em que a CPMI do INSS aprovou, em votação simbólica e em bloco, um pacote de requerimentos que inclui a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha. A sessão foi marcada por bate-boca e confronto físico entre parlamentares governistas e da oposição, com empurra-empurra e troca de socos.

O requerimento aprovado pela comissão, de autoria do relator Alfredo Gaspar (União-AL), afirma que a investigação identifica Roberta Luchsinger como “peça central do núcleo político da organização criminosa” e que a quebra dos sigilos de Lulinha é imperativa para esclarecer se ele atuava como sócio oculto de Antunes.

A base governista tentou retirar o requerimento da votação, mas não obteve sucesso. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que pedirá ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, a anulação da votação e representação contra o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), no Conselho de Ética.

Viana, por sua vez, negou qualquer manobra e classificou as reações como parte da disputa política: “Não houve manobra, não houve absolutamente nada. Eu segui o jogo e o regimento desde o início. No voto, o governo perdeu”.

Defesa e Reação de Lulinha

A defesa de Fábio Luís protocolou, na véspera da votação na CPMI, um pedido no STF para ter acesso aos autos do inquérito. Os advogados afirmam que ele não tem “nenhuma relação com as fraudes do INSS, não participou de fraudes ou desvios e não recebeu valores dessa fonte criminosa”. Em nota, a defesa classificou as menções ao nome do empresário como “fofocas e vilanias”.

Na Espanha, onde reside atualmente, Lulinha disse a amigos próximos que acompanha “com tranquilidade” a quebra de sigilos, segundo pessoas próximas. A avaliação do entorno do filho do presidente é que ele seria vítima de uma tentativa de desgaste político para atingir seu pai.

Esta não é a primeira vez que Lulinha tem seu nome mencionado em investigações. Nos anos 2000, foi investigado na Operação Lava Jato por suspeita de receber repasses de mais de R$ 100 milhões do grupo Oi/Telemar para suas empresas, caso que foi arquivado pela Justiça.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu pedido da Polícia Federal (PF) para quebrar os sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão, proferida ainda em janeiro e mantida em segredo de justiça, antecede a aprovação de requerimento semelhante pela CPMI do INSS, ocorrida nesta quinta-feira (26) em meio a tumulto no Congresso.


domingo, 15 de fevereiro de 2026

Carnaval: bloco evangélico Sal da Terra anuncia famosa banda americana em Salvador


 

O Bloco Sal da Terra, projeto ligado à Igreja Batista Missionária da Independência, localizada no bairro de Nazaré, em Salvador, promoverá entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 2026 a edição comemorativa de 25 anos do Impacto de Carnaval. A programação ocupará o Circuito Batatinha, que abrange o Pelourinho e a Praça da Sé.

A iniciativa reunirá apresentações musicais de artistas nacionais e internacionais, além de atividades culturais como teatro, dança e rodas de capoeira, todas abertas ao público. O objetivo declarado do projeto é realizar ações de evangelismo durante o período carnavalesco.

Artistas e Atrações

Entre as atrações confirmadas está a banda norte-americana Christafari, reconhecida no segmento do reggae gospel, que se apresentará no domingo (15). O MC carioca Bruninho, que combina funk com temáticas cristãs, subirá ao palco na segunda-feira (16). A programação musical conta ainda com artistas locais como Tirza Almeida, Samuel Semeadores e a banda Primícias Roots.

Na área das artes cênicas, o destaque é o grupo de danças urbanas Projeto Mochila. Também estão programadas apresentações do Ministério Equilíbrio e do Ministério Elohim, além da participação do Salzinho, voltado ao público infantil. O Ministério de Percussão Sal da Terra integra a parte musical.

A programação inclui o retorno das rodas de capoeira ao palco da Praça da Sé, promovendo a integração entre manifestações culturais e a proposta evangelística do evento.

Cronograma e Estrutura

A abertura oficial ocorrerá na sexta-feira (13), às 20h, na Praça da Sé. De sábado a terça-feira, o bloco desfilará a partir das 15h pelas ruas do Pelourinho, com concentração na Rua das Laranjeiras e chegada na Praça da Sé. Durante o percurso, o grupo contará com banda de percussão, instrumentistas, dançarinos e personagens infantis.

A partir das 17h30, o palco da Praça da Sé receberá apresentações de teatro infantil e adulto, rodas de capoeira, performances de dança e shows musicais. A programação noturna será composta por shows de diferentes gêneros musicais.

Shows Noturnos

Sexta (13): Banda Sal da Terra (samba reggae), às 20h, e Primícias Roots (reggae), às 22h.
Sábado (14): Tirza Almeida (adoração), às 20h30.
Domingo (15): Christafari (reggae), às 20h30.
Segunda (16): MC Bruninho (funk), às 20h30.
Terça (17): Marcos Semeadores (pagode), às 20h30.

Histórico

Criado em 2000, o Bloco Sal da Terra é uma iniciativa da Igreja Batista Missionária da Independência que busca evangelizar no Centro Histórico de Salvador durante o Carnaval. Em seus 25 anos de existência, o projeto reuniu cerca de 500 integrantes por edição e recebeu convidados do Brasil e do exterior. Entre os nomes que já passaram pelo palco da Praça da Sé estão o cantor Lázaro e a banda Christafari, que retorna nesta edição comemorativa.

A programação pretende aliar fé e cultura, ocupando espaços públicos com atividades artísticas e mensagens cristãs durante o feriado de Carnaval. Com: GospelMais.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

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