sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Exemplo: igrejas evangélicas de MG se mobilizam em apoio às vítimas das enchentes

 

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu pedido da Polícia Federal (PF) para quebrar os sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão, proferida ainda em janeiro e mantida em segredo de justiça, antecede a aprovação de requerimento semelhante pela CPMI do INSS, ocorrida nesta quinta-feira (26) em meio a tumulto no Congresso.

O despacho autoriza que os investigadores tenham acesso a dados sigilosos do empresário para aprofundar as apurações sobre sua possível ligação com o esquema de desvios de recursos de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A PF investiga se Lulinha atuou como “sócio oculto” de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, apontado como principal operador das fraudes. O objetivo é verificar a existência de vínculo societário não declarado entre o filho do presidente e o lobista.

As suspeitas contra Lulinha surgiram a partir de menções feitas por terceiros no inquérito, incluindo mensagens interceptadas, um envelope com seu nome apreendido em buscas e depoimentos de testemunhas. O possível elo entre o filho do presidente e o “Careca do INSS” seria a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, alvo de busca e apreensão na Operação Sem Desconto, que nega irregularidades.

Documentos da investigação apontam que a empresa de Roberta, a RL Consultoria, recebeu repasses que somam R$ 1,5 milhão da Brasília Consultoria, apontada como empresa de fachada do grupo de Antunes. Em mensagens interceptadas pela PF, ao ser questionado sobre um pagamento de R$ 300 mil destinado à empresa de Roberta, o “Careca do INSS” teria respondido que o valor seria para “o filho do rapaz”, expressão que os investigadores interpretam como referência a Lulinha.

Apesar das menções, a própria PF reconhece em seus relatórios que as referências ao nome do empresário surgiram a partir de declarações de terceiros e que, até o momento, não há elemento que comprove participação direta dele nos fatos apurados. O documento ressalta que tais afirmações devem ser analisadas com cautela e submetidas a verificação rigorosa para evitar conclusões precipitadas.

CPMI Aprova Quebra de Sigilo em Meio a Tumulto

A decisão do STF veio a público no mesmo dia em que a CPMI do INSS aprovou, em votação simbólica e em bloco, um pacote de requerimentos que inclui a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha. A sessão foi marcada por bate-boca e confronto físico entre parlamentares governistas e da oposição, com empurra-empurra e troca de socos.

O requerimento aprovado pela comissão, de autoria do relator Alfredo Gaspar (União-AL), afirma que a investigação identifica Roberta Luchsinger como “peça central do núcleo político da organização criminosa” e que a quebra dos sigilos de Lulinha é imperativa para esclarecer se ele atuava como sócio oculto de Antunes.

A base governista tentou retirar o requerimento da votação, mas não obteve sucesso. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que pedirá ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, a anulação da votação e representação contra o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), no Conselho de Ética.

Viana, por sua vez, negou qualquer manobra e classificou as reações como parte da disputa política: “Não houve manobra, não houve absolutamente nada. Eu segui o jogo e o regimento desde o início. No voto, o governo perdeu”.

Defesa e Reação de Lulinha

A defesa de Fábio Luís protocolou, na véspera da votação na CPMI, um pedido no STF para ter acesso aos autos do inquérito. Os advogados afirmam que ele não tem “nenhuma relação com as fraudes do INSS, não participou de fraudes ou desvios e não recebeu valores dessa fonte criminosa”. Em nota, a defesa classificou as menções ao nome do empresário como “fofocas e vilanias”.

Na Espanha, onde reside atualmente, Lulinha disse a amigos próximos que acompanha “com tranquilidade” a quebra de sigilos, segundo pessoas próximas. A avaliação do entorno do filho do presidente é que ele seria vítima de uma tentativa de desgaste político para atingir seu pai.

Esta não é a primeira vez que Lulinha tem seu nome mencionado em investigações. Nos anos 2000, foi investigado na Operação Lava Jato por suspeita de receber repasses de mais de R$ 100 milhões do grupo Oi


Mendonça dá aval para PF quebrar o sigilo bancário e telemático do filho de Lula


O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu pedido da Polícia Federal (PF) para quebrar os sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão, proferida ainda em janeiro e mantida em segredo de justiça, antecede a aprovação de requerimento semelhante pela CPMI do INSS, ocorrida nesta quinta-feira (26) em meio a tumulto no Congresso.

O despacho autoriza que os investigadores tenham acesso a dados sigilosos do empresário para aprofundar as apurações sobre sua possível ligação com o esquema de desvios de recursos de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A PF investiga se Lulinha atuou como “sócio oculto” de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, apontado como principal operador das fraudes. O objetivo é verificar a existência de vínculo societário não declarado entre o filho do presidente e o lobista.

As suspeitas contra Lulinha surgiram a partir de menções feitas por terceiros no inquérito, incluindo mensagens interceptadas, um envelope com seu nome apreendido em buscas e depoimentos de testemunhas. O possível elo entre o filho do presidente e o “Careca do INSS” seria a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, alvo de busca e apreensão na Operação Sem Desconto, que nega irregularidades.

Documentos da investigação apontam que a empresa de Roberta, a RL Consultoria, recebeu repasses que somam R$ 1,5 milhão da Brasília Consultoria, apontada como empresa de fachada do grupo de Antunes. Em mensagens interceptadas pela PF, ao ser questionado sobre um pagamento de R$ 300 mil destinado à empresa de Roberta, o “Careca do INSS” teria respondido que o valor seria para “o filho do rapaz”, expressão que os investigadores interpretam como referência a Lulinha.

Apesar das menções, a própria PF reconhece em seus relatórios que as referências ao nome do empresário surgiram a partir de declarações de terceiros e que, até o momento, não há elemento que comprove participação direta dele nos fatos apurados. O documento ressalta que tais afirmações devem ser analisadas com cautela e submetidas a verificação rigorosa para evitar conclusões precipitadas.

CPMI Aprova Quebra de Sigilo em Meio a Tumulto

A decisão do STF veio a público no mesmo dia em que a CPMI do INSS aprovou, em votação simbólica e em bloco, um pacote de requerimentos que inclui a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha. A sessão foi marcada por bate-boca e confronto físico entre parlamentares governistas e da oposição, com empurra-empurra e troca de socos.

O requerimento aprovado pela comissão, de autoria do relator Alfredo Gaspar (União-AL), afirma que a investigação identifica Roberta Luchsinger como “peça central do núcleo político da organização criminosa” e que a quebra dos sigilos de Lulinha é imperativa para esclarecer se ele atuava como sócio oculto de Antunes.

A base governista tentou retirar o requerimento da votação, mas não obteve sucesso. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que pedirá ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, a anulação da votação e representação contra o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), no Conselho de Ética.

Viana, por sua vez, negou qualquer manobra e classificou as reações como parte da disputa política: “Não houve manobra, não houve absolutamente nada. Eu segui o jogo e o regimento desde o início. No voto, o governo perdeu”.

Defesa e Reação de Lulinha

A defesa de Fábio Luís protocolou, na véspera da votação na CPMI, um pedido no STF para ter acesso aos autos do inquérito. Os advogados afirmam que ele não tem “nenhuma relação com as fraudes do INSS, não participou de fraudes ou desvios e não recebeu valores dessa fonte criminosa”. Em nota, a defesa classificou as menções ao nome do empresário como “fofocas e vilanias”.

Na Espanha, onde reside atualmente, Lulinha disse a amigos próximos que acompanha “com tranquilidade” a quebra de sigilos, segundo pessoas próximas. A avaliação do entorno do filho do presidente é que ele seria vítima de uma tentativa de desgaste político para atingir seu pai.

Esta não é a primeira vez que Lulinha tem seu nome mencionado em investigações. Nos anos 2000, foi investigado na Operação Lava Jato por suspeita de receber repasses de mais de R$ 100 milhões do grupo Oi/Telemar para suas empresas, caso que foi arquivado pela Justiça.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Malafaia aproveita turbulência envolvendo Moraes e faz nova convocação para ato



O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, utilizou suas plataformas digitais nesta sexta-feira (20) para marcar o transcurso de seis meses desde que passou a ser alvo de medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que vem enfrentando uma escalada de polêmicas envolvendo o seu nome.

Em vídeo divulgado em meio a crescentes críticas veiculadas pela imprensa, o religioso classificou o período como de “perseguição política e religiosa”.

Em 20 de agosto de 2025, ao retornar de viagem internacional e desembarcar no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, Malafaia foi abordado por agentes da Polícia Federal. Na ocasião, os policiais cumpriram determinação do ministro Moraes e apreenderam seu passaporte, cadernos teológicos e aparelho celular. O pastor também foi proibido de manter contato com outros investigados, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro.

No material publicado nesta sexta, Malafaia afirmou não haver risco de fuga que justificasse a retenção de seu documento de viagem. “Uma coisa eu não sou: covarde, medroso e fujão”, declarou, repetindo argumento já apresentado em agosto do ano anterior, quando pediu publicamente a devolução do passaporte.

O pastor também dirigiu críticas à tramitação do inquérito das fake news, instaurado em 2019 e sob relatoria de Moraes, que apura supostas articulações para coagir autoridades e pressionar o STF. Para Malafaia, o ministro “transforma opinião em crime” ao manter a investigação em andamento por prazo indeterminado.

Contexto da Investigação

Malafaia figura como investigado em apuração que envolve também Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo. De acordo com manifestação da Procuradoria-Geral da República, o pastor teria atuado como orientador de ações de coação e obstrução de investigação, inclusive utilizando a ameaça de sanções internacionais como instrumento de pressão. A decisão de Moraes aponta “fortes indícios de participação de Silas Malafaia na empreitada criminosa”.

O inquérito das fake news, do qual este caso é desdobramento, foi aberto de ofício em 2019 pelo então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e tem Moraes como relator. A investigação já foi alvo de críticas de juristas que apontam suposta incompatibilidade com o sistema acusatório, uma vez que o magistrado acumula funções de vítima e investigador.

Convocação de Manifestação

Ao final do vídeo, o pastor convocou apoiadores para um ato público no dia 1º de março, às 14h, na Avenida Paulista, em São Paulo. Na ocasião, voltou a dirigir críticas ao ministro: “Ditador Alexandre Moraes, sua hora vai chegar. Ou pela justiça dos homens, ou pela justiça de Deus”. Com: GospelMais.

 

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Carnaval: bloco evangélico Sal da Terra anuncia famosa banda americana em Salvador


 

O Bloco Sal da Terra, projeto ligado à Igreja Batista Missionária da Independência, localizada no bairro de Nazaré, em Salvador, promoverá entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 2026 a edição comemorativa de 25 anos do Impacto de Carnaval. A programação ocupará o Circuito Batatinha, que abrange o Pelourinho e a Praça da Sé.

A iniciativa reunirá apresentações musicais de artistas nacionais e internacionais, além de atividades culturais como teatro, dança e rodas de capoeira, todas abertas ao público. O objetivo declarado do projeto é realizar ações de evangelismo durante o período carnavalesco.

Artistas e Atrações

Entre as atrações confirmadas está a banda norte-americana Christafari, reconhecida no segmento do reggae gospel, que se apresentará no domingo (15). O MC carioca Bruninho, que combina funk com temáticas cristãs, subirá ao palco na segunda-feira (16). A programação musical conta ainda com artistas locais como Tirza Almeida, Samuel Semeadores e a banda Primícias Roots.

Na área das artes cênicas, o destaque é o grupo de danças urbanas Projeto Mochila. Também estão programadas apresentações do Ministério Equilíbrio e do Ministério Elohim, além da participação do Salzinho, voltado ao público infantil. O Ministério de Percussão Sal da Terra integra a parte musical.

A programação inclui o retorno das rodas de capoeira ao palco da Praça da Sé, promovendo a integração entre manifestações culturais e a proposta evangelística do evento.

Cronograma e Estrutura

A abertura oficial ocorrerá na sexta-feira (13), às 20h, na Praça da Sé. De sábado a terça-feira, o bloco desfilará a partir das 15h pelas ruas do Pelourinho, com concentração na Rua das Laranjeiras e chegada na Praça da Sé. Durante o percurso, o grupo contará com banda de percussão, instrumentistas, dançarinos e personagens infantis.

A partir das 17h30, o palco da Praça da Sé receberá apresentações de teatro infantil e adulto, rodas de capoeira, performances de dança e shows musicais. A programação noturna será composta por shows de diferentes gêneros musicais.

Shows Noturnos

Sexta (13): Banda Sal da Terra (samba reggae), às 20h, e Primícias Roots (reggae), às 22h.
Sábado (14): Tirza Almeida (adoração), às 20h30.
Domingo (15): Christafari (reggae), às 20h30.
Segunda (16): MC Bruninho (funk), às 20h30.
Terça (17): Marcos Semeadores (pagode), às 20h30.

Histórico

Criado em 2000, o Bloco Sal da Terra é uma iniciativa da Igreja Batista Missionária da Independência que busca evangelizar no Centro Histórico de Salvador durante o Carnaval. Em seus 25 anos de existência, o projeto reuniu cerca de 500 integrantes por edição e recebeu convidados do Brasil e do exterior. Entre os nomes que já passaram pelo palco da Praça da Sé estão o cantor Lázaro e a banda Christafari, que retorna nesta edição comemorativa.

A programação pretende aliar fé e cultura, ocupando espaços públicos com atividades artísticas e mensagens cristãs durante o feriado de Carnaval. Com: GospelMais.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Confronto em bloco de carnaval gera protesto por conduta considerada ofensiva a igreja

 Um episódio envolvendo participantes do bloco carnavalesco “O Pior Bloco do Mundo” e membros da Boas Novas Church gerou controvérsia em Belo Horizonte na quinta-feira, 5 de fevereiro. Ao passar pelo bairro Santa Efigênia, próximo ao templo religioso, um grupo de foliões realizou gestos e exibições consideradas obscenas na direção da igreja, no momento da saída dos fiéis após um culto.

A pastora da igreja, Kelle Gripp, registrou imagens do ocorrido, que mostram indivíduos próximos ao portão com um objeto fálico, chegando a obstruir brevemente a via de acesso. “É muito abuso! Eu sei que as pessoas têm liberdade de expressão, mas a gente não faz isso nos terreiros, nos centros espíritas, na igreja católica. Isso é abuso mesmo!”, declarou a líder religiosa.

Repercussão Política e Legal

A deputada estadual Alê Portela (PL) emitiu uma nota oficial repudiando o comportamento observado. “Repudiamos com enorme veemência o comportamento de foliões que dirigiram gestos obscenos e atos de escárnio a fiéis… Esse crime ocorreu inclusive na presença de crianças e adolescentes”, afirmou.

A parlamentar informou que irá solicitar a abertura de um inquérito policial para investigar a ocorrência, citando como possíveis enquadramentos os crimes de intolerância religiosa e ato obsceno em local público.

A Frente Parlamentar Cristã da Câmara Municipal de Belo Horizonte também se manifestou, encaminhando solicitação à prefeitura para que o caso seja apurado, os envolvidos identificados e as medidas legais cabíveis adotadas. Em seu comunicado, o grupo de vereadores contestou a eventual alegação de que as ações configurariam manifestação cultural, argumentando que “a liberdade de expressão não é um direito absoluto e encontra limites na proteção dos direitos fundamentais de terceiros e na ordem pública”. Com: GospelMais.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Peninha é alvo de nota de repúdio da Bancada Evangélica, após discurso de ódio

 


A Frente Parlamentar Evangélica (FPE) tornou pública, na quarta-feira (4), uma nota de repúdio contra o historiador Eduardo Bueno, o Peninha. A reação do grupo parlamentar foi motivada por declarações do autor que colocaram em dúvida o direito de eleitores evangélicos participarem das eleições.

No documento, a FPE qualificou as falas de Bueno como “ofensivas, discriminatórias e antidemocráticas”. Segundo a bancada, o posicionamento do escritor atinge milhões de brasileiros com base em sua crença religiosa e desrespeita o voto, direito fundamental garantido pela Constituição.

A fundamentação da crítica baseia-se nos princípios constitucionais de igualdade, liberdade religiosa, liberdade de pensamento e no direito ao sufrágio universal. A nota afirma que nenhuma convicção de fé pode ser utilizada como justificativa para excluir cidadãos da vida política.

A manifestação cita explicitamente trechos atribuídos a Eduardo Bueno, nos quais ele teria afirmado que evangélicos “não deveriam votar” e que “elegem uma escumalha perigosa e violenta”, sugerindo que sua atuação deveria limitar-se ao ambiente religioso. A FPE se refere ao escritor como um representante da extrema-esquerda.

Em resposta, a Frente Parlamentar Evangélica defende a legitimidade democrática dos parlamentares eleitos com o apoio desse segmento da população, cujos mandatos foram conferidos pelo voto popular. O texto finaliza reafirmando o compromisso do grupo com a pluralidade, o respeito mútuo e a defesa do direito de participação política de todos os cidadãos.

Repercussão e Apoio Institucional

A nota da FPE ocorre após posicionamento similar de outra entidade. Na segunda-feira (2), a União Nacional das Igrejas e Pastores Evangélicos (UNIGREJAS) também emitiu um comunicado repudiando as mesmas declarações de Eduardo Bueno. A entidade classificou o discurso como discriminatório e uma afronta ao artigo 14 da Constituição Federal, que assegura o voto como direito universal.

A UNIGREJAS destacou que o caso não é isolado, lembrando que em 2025 o Senado Federal afastou Bueno de seu Conselho Editorial devido a outras declarações polêmicas. A entidade também ressaltou que o ordenamento jurídico brasileiro e os tratados internacionais de direitos humanos condenam e preveem responsabilização para manifestações que incitem a discriminação religiosa. 

Com: GospelMais.

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