A Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU) aprovou, durante sua XXI Assembleia Geral Ordinária, realizada entre os dias 17 e 19 de julho em Salvador (BA), uma deliberação que autoriza a recepção de pessoas homoafetivas como membros das comunidades locais e, quando observados os critérios vocacionais, também para o exercício do ministério pastoral.
RÁDIO REPÓRTER DE DEUS
DOCUMENTOS OFICIAIS DA AICEB
terça-feira, 28 de julho de 2026
sexta-feira, 24 de julho de 2026
CONHEÇA A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NASCIMENTO DA VOZ DA POROROCA NA SUA PRIMEIRA VERSÃO
Antes de tudo, convido você a visitar mais uma importante publicação do BLOG DO EVERARDO TORRES. Batalhense como eu, Everardo é um apaixonado pesquisador da história de nossa terra e, com dedicação admirável, vem resgatando documentos, relatos e acontecimentos que ajudam a preservar a memória de Batalha para as atuais e futuras gerações.
Nesta oportunidade, ele nos leva de volta ao cenário político
de 1954, destacando uma das disputas mais marcantes da história do
município. De um lado, Antônio Machado Melo, candidato à Prefeitura pela
União Democrática Nacional (UDN); do outro, Magno Pires Alves,
representante do Partido Social Democrático (PSD). Dois grandes nomes
que marcaram época e mobilizaram intensamente a população batalhense.
A matéria também relembra um fato curioso e de grande valor
histórico: a criação de dois serviços de alto-falantes que animaram e
defenderam seus respectivos candidatos durante toda a campanha eleitoral. A Voz
de Santo Antônio, conduzida pelo locutor José Murilo, e a inesquecível Voz
da Pororoca, comandada com coragem e determinação por Osmar Savedra,
descendente de indígenas, vindo do Amazonas. Foi justamente dessa iniciativa
que nasceu o nome "Pororoca", que permanece vivo na memória e
na história de Batalha.
É uma leitura que vale a pena. Conhecer o passado é
compreender melhor as nossas raízes e valorizar aqueles que ajudaram a
construir a história do nosso município.
Leia a matéria completa no BLOG DO EVERARDO TORRES.
Clique no link:
As Cornetas da Política: O Duelo de 1954 e a Origem d'A Pororoca
terça-feira, 7 de julho de 2026
HINO OFICIAL DA ICEBATALHA 14 junho 2026
Hino Oficial da Igreja Cristã Evangélica Batalha em Batalha - PI.
Composição do Pr. Lucimar Rocha, dedicado ao Senhor Jesus Cristo, para o seu louvor e glória. Relata a história da Igreja desde a Chegada dos missionários irlandeses em nosso torrão em 1959 anunciando o evangelho em nossa região pela década de 1960. Os dois missionários chegaram na década de 50, ambos vieram solteiros. Já evangelizando em Piracuruca Piauí e arredores, pouco tempo depois voltaram à Irlanda do Norte, Wesley Gould a Port Down onde casou com Winnie, Edmundo voltou a Belfast onde casou com Marie. Salienta-se que ambos voltaram e casaram em datas bem diferentes, mas o ideal era o mesmo, servirem ao Senhor no Piauí. Já em 1962 o jovem Lucimar, de uma das famílias convertidas em Batalha, aceitou a Cristo e foi estudar para ser pastor. Como filho da congregação de Batalha tempos depois veio assumir a igreja, onde já está com 36 anos de ministério só na igreja local e 53 anos de ministério pastoral servindo também em outros lugares. Na foto Lucimar (de gravata) e esposa Lenir estão com três irmãos da primeira família a se converter: João de Deus, Raimundo Nonato e Francisca Florindo. Deus Seja Louvado.
sábado, 27 de junho de 2026
A ENGRENAGEM, O VIOLÃO E O ALTAR
Capítulo I: O Palhaço, o Relojoeiro e o Ritmo de uma Vila
A história de Batalha guarda em suas engrenagens a memória de homens que traduziram a dureza da vida em arte. Em 1930, a poeira das estradas trouxe para o município um jovem que trazia na bagagem o picadeiro e o mistério do tempo. Fausto Fortunato da Rocha, piauiense de Parnaíba, era filho de tabelião, mas trazia as mãos talhadas para outras escritas: a precisão dos ponteiros e o dedilhar das cordas. Cedo, rompeu com o destino burocrático das Letras para seguir o chamado do circo, dando vida ao Palhaço Rochinha.
Quando o circo partiu de Batalha, Fausto decidiu ficar. O homem que fazia rir desceu do picadeiro para assumir a gravidade de uma profissão que exigia paciência cirúrgica: tornou-se o relojoeiro da cidade. De seus consertos de relógios de algibeira, parede e despertadores, nasceu o sustento para a numerosa prole de dez filhos, fruto de sua união duradoura com Altair Santos.
Mais do que regular as horas dos cidadãos em sua oficina, Fausto era o guardião do tempo coletivo. Era ele quem subia semanalmente os degraus da torre da Igreja Matriz para alimentar os pêndulos e dar corda na velha engrenagem que ditava o ritmo da cidade. À noite, o rigor do artesão dava lugar ao lirismo do violonista, consagrado como um dos melhores do Piauí. Sua destreza nas cordas era tamanha que comovia até mesmo a maior referência musical da história de Batalha em todos os tempos: o célebre saxofonista Manoel Fabiano. Diante da interpretação tocante que Fausto fazia da autêntica composição, a valsa "Momentos Felizes", o próprio mestre Manoel Fabiano fez questão de declarar, anos mais tarde, que jamais havia conhecido alguém capaz de solar aquela melodia com a mesma alma e maestria que o compadre Fausto.
Capítulo II: O Censo de 1950 e o Território da Intolerância
Para compreender o drama que cercaria a memória de Fausto, é preciso olhar para a Batalha de meados do século XX através das lentes frias, mas reveladoras, da estatística. O Recenseamento Geral de 1950 desenha um cenário de absoluta e esmagadora homogeneidade cultural e espiritual no município, registrando que a população era composta por 12.889 católicos romanos, enquanto apenas 27 pessoas pertenciam a outras religiões.
Estes dados revelam que qualquer manifestação de fé que se afastasse das diretrizes da Igreja Romana representava uma quase invisibilidade estatística de meros 0,2% de toda a população local. Viver e professar uma fé dissidente em um território onde praticamente a totalidade dos habitantes comungava da mesma matriz tradicional significava carregar o peso do estranhamento, do isolamento social e, não raro, da aversão institucional. Fausto e sua família testemunharam e sentiram de perto as fronteiras invisíveis erguidas por essa maciça unanimidade religiosa ao longo das décadas.
Capítulo III: O Dia em que a Cidade Enterrou o Preconceito
O tempo, que Fausto tanto vigiava, cobrou o seu preço de forma trágica. Em 2 de fevereiro de 1970, aos 63 anos, o relojoeiro fez sua última viagem a serviço no município de União. Vítima de um assalto brutal, foi assassinado e despido de tudo o que tinha. O choque da morte violenta, contudo, foi sucedido por um ultraje ainda maior na chegada de seu corpo a Batalha.
O Cemitério de São Gonçalo era, à época, o único campo santo da cidade. Sob a alegação de que Fausto "pertencia a outra religião" — sendo uma das poucas vozes daquela pequenina minoria histórica que desafiava a homogeneidade local —, a proprietária do local negou a autorização para o seu sepultamento junto à Igreja. A rigidez dogmática pretendia estender a exclusão social para além da vida, negando ao cidadão o direito ao descanso na terra que ele ajudara a cronometrar.
Mas a história de Batalha não se dobrou à intolerância. Naquela mesma noite de fevereiro de 1970, a sociedade batalhense operou um milagre de sensibilidade. Rompendo o preconceito que imperava nas estruturas, uma grande multidão se reuniu em revolta contra a discriminação. Em um ato de desobediência civil e profundo afeto, o povo exumou o corpo de Fausto e o sepultou, em definitivo, no centro do cemitério. A memória do relojoeiro e violonista uniu a cidade acima das divisões de credo. Posteriormente, os Poderes Executivo e Legislativo oficializaram o resgate histórico, batizando uma das ruas de Batalha com seu nome através de decreto.
Capítulo IV: O Legado Coletivo — Da Poesia ao Altar
Décadas após a tragédia de 1970, a Batalha contemporânea abriga mais de uma dúzia de congregações evangélicas, desenhando um quadro de convivência, pluralidade e abertura cultural que parecia impossível no rígido cenário de 1950. Essa transformação profunda encontra sua síntese perfeita na herança deixada pelos filhos de Fausto Fortunato da Rocha.
A dor daquela noite de exclusão transmutou-se em duas das maiores forças identitárias do município:
- A Poesia da Terra: José Nicodemos da Rocha, filho de Fausto (hoje já falecido), transformou o amor pela sua terra em eternidade. É de sua autoria a riquíssima e lírica poesia do Hino de Batalha, uma obra-prima cantada com profundo orgulho por todos os batalhenses, unindo o povo sob a mesma identidade musical que seu pai tanto cultivava no violão.
- A Fé no Altar: Lucimar Rocha, o filho que resgatou a biografia do pai e assinou a crônica de sua memória, tornou-se Pastor da Igreja Cristã Evangélica de Batalha. No mesmo município onde o sepultamento de seu pai foi inicialmente vetado pela barreira do dogma, o filho hoje estende as mãos no altar, liderando uma comunidade consolidada e respeitada.
A saga da família Rocha é o espelho da própria evolução histórica de Batalha. O tempo, outrora vigiado pelo velho relojoeiro na torre da matriz, encarregou-se de dar corda na história, transformando o silêncio do preconceito na melodia do hino e na liberdade do altar.
Fonte: Blog do Everardo
quinta-feira, 25 de junho de 2026
Justiça quebra sigilos bancário e fiscal do bispo Macedo
A Justiça autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do bispo Edir Macedo e de outros 17 investigados no âmbito da Operação Miragem, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira, 23. A investigação apura suspeitas de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Digimais.
Segundo a Polícia Federal, os investigados teriam adulterado informações contábeis e registros oficiais com o objetivo de ocultar a real situação financeira da instituição. As apurações também indicam a suposta criação de uma aparência de solvência para atender exigências regulatórias e possibilitar operações consideradas irregulares pelos investigadores.
Além da quebra dos sigilos, a Justiça autorizou o bloqueio e a apreensão de bens de Edir Macedo e de outros nove investigados alcançados pelos mandados de busca e apreensão. De acordo com a Polícia Federal, o valor total das medidas patrimoniais supera R$ 670 milhões, quantia que corresponderia aos lucros supostamente obtidos por meio das operações investigadas.
Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos no estado de São Paulo e tiveram como alvos Marcelo de Lima Brasil, João Alves de Campos, Rodrigo Ruggero, João Luiz Urbaneja, Thiago Rodrigues Urbaneja, José Roberto Giancoli Filho, Rodrigo Balassiano, o Banco Digimais S.A. e a ID Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.
Edir Macedo não foi alvo dos mandados de busca e apreensão porque reside fora do Brasil, segundo informações divulgadas pelas autoridades responsáveis pela operação.
Entre os investigados que tiveram os sigilos fiscal e bancário quebrados estão, além do líder religioso, empresas ligadas ao caso, incluindo B.A. Empreendimentos e Participações S.A., Banco Digimais S.A., Bless Capital Gestora de Recursos, Digimais Securitizadora de Créditos Financeiros S.A., EXP 1 FIDC-NP, Guidare FIM CP, Hermon Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados (FIDC-NP) RL, ID 112 FIDC-NP, ID Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. e Rocha Silva Consultoria e Estruturação.
A Polícia Federal informou que os fatos investigados podem resultar na responsabilização dos envolvidos por crimes como gestão fraudulenta de instituição financeira, inserção de informações falsas em documentos contábeis e realização de operações de crédito vedadas pela legislação.
As investigações continuam em andamento. Até o momento, não houve decisão judicial definitiva sobre a responsabilidade dos investigados, e os fatos seguem sob apuração pelas autoridades competentes.
quarta-feira, 17 de junho de 2026
Dia do Pastor
"A quem honra, honra"
Pequena Reflexão – Romanos 13:7-8
“Pagai a todos o que lhes é devido... A ninguém devais coisa
alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros...” (Romanos 13:7-8)
O apóstolo Paulo nos ensina duas grandes responsabilidades do
cristão: honrar nossos compromissos e praticar o amor.
No versículo 7, Paulo orienta que devemos dar a cada pessoa
aquilo que lhe é devido: respeito a quem merece respeito, honra a quem merece
honra e cumprir nossas obrigações com integridade. O cristão deve ser conhecido
pela honestidade, pelo bom testemunho e pelo cumprimento de sua palavra.
No versículo 8, Paulo destaca uma dívida que nunca termina: a
dívida do amor. Todas as demais dívidas podem ser quitadas, mas o amor deve ser
renovado todos os dias. Amar é uma obrigação permanente do discípulo de Cristo.
Quando amamos, refletimos o caráter de Deus e cumprimos a essência da Lei.
Portanto, o crente fiel procura viver corretamente diante dos
homens e, acima de tudo, mantém o coração cheio de amor para com Deus e para
com o próximo. A maior marca do cristianismo não é apenas o que falamos, mas o
amor que demonstramos em nossas atitudes.
a igreja honra seus líderes quando reconhece seu trabalho,
segue seus ensinamentos fundamentados na Palavra e coopera com eles na obra de
Deus.
Hebreus 13:17 "Obedecei
a vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como
quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo, porque
isso não aproveita a vós outros."
Neste texto, a igreja é chamada a: Obedecer aos líderes espirituais; Ser submissa à sua direção bíblica; Reconhecer que eles cuidam das almas e prestarão contas a Deus; Cooperar para que exerçam seu ministério com alegria.
A igreja Cristã Evangélica Batalha, plantada pelos missionários que vieram da Irlanda do Norte na década de sessenta, reconhece o fiel e produtivo ministério desses dois servos de Deus: Wesley e Winnie Gould e Edmundo e Marie Norwood, que iniciaram nesta cidade de Batalha, Piauí o primeiro templo tornando-se assim a primeira igreja evangélica neste torrão.
É costume a Igreja todos os anos homenagear o seu pastor Lucimar Rocha e este ano teve um motivo a mais.
Lucimar é filho a igreja. Convertido ao evangelho em 1963 aos 16 anos de idade. Desde lá tornou-se um jovem muito dedicado e logo sendo batizado foi superintendente da Escola Dominical, dirigia e pregava a Palavra de Deus por vários interiores até foi confirmada sua vocação para o ministério. Foi estudar na Escola da Missão, Normal Maranata de Barrado Corda em 1966. Terminado o curso ingressou no Seminário da Missão em São Luís, onde graduou-se em Teologia. Sempre dedica à obra tornou-se pastor em Parintins Amazonas onde casou com Lenir de Melo Silva, em 1975 de família da igreja. em 1983 foi trabalhar em Pedreiras Maranhão, Teresina Piauí, vindo para Batalha em 1988 onde recebeu o ministério que tem se prolongado até. Com muito êxito Pr. Lucimar desempenhou muitos cargos na denominação, desde a criação do departamento de jovens, presidente e outros cargos de administração de âmbito nacional e regional por anos. Abril igrejas e campos nas regiões amazônica, maranhense e nordeste. Mantém o Jornal Repórter de Deus, Rádio Online Repórter de Deus. Aos 79 anos de idade ainda tem vigor na obra do Senhor.
Por este e outros motivos a Igreja lhe prestou homenagem neste dia do Pastor que foi comemorado neste domingo que passou~ O Pr. Manoel Carlos (Esperantina) Rev. Inácio Pimentel e Rev. Anglicano Osiel Assunção prestigiaram o colega.
Produção: Repórter de Deus
terça-feira, 9 de junho de 2026
Fé e longevidade: ir aos cultos aumenta tempo de vida, diz estudo
Um levantamento acadêmico realizado nos Estados Unidos apontou uma associação significativa entre prática religiosa, participação em comunidades de fé e melhores indicadores de saúde física. O estudo também identificou uma relação consistente entre envolvimento religioso e maior longevidade.
O relatório, intitulado “A Conexão entre Religião e Saúde Física: O Que Revela a Melhor Ciência?”, foi desenvolvido pelo Wheatley Institute, ligado à Brigham Young University. Os pesquisadores analisaram aproximadamente mil estudos científicos reunidos na obra “Manual de Religião e Saúde”, considerada uma das mais amplas compilações sobre o tema.
Segundo os dados apresentados, 876 pesquisas concluíram que a religiosidade está relacionada a benefícios para a saúde física, enquanto 124 estudos identificaram efeitos negativos ou resultados desfavoráveis. Os pesquisadores também observaram que, em cerca de 84% das análises avaliadas, a participação regular em comunidades religiosas esteve associada a uma vida mais longa.
O relatório destaca ainda que diversas pesquisas recentes realizadas nos Estados Unidos encontraram uma redução aproximada de 34% no risco de mortalidade entre pessoas que frequentam regularmente atividades religiosas.
Um dos estudos citados acompanhou mais de 20 mil adultos americanos e concluiu que indivíduos que participam de cultos e reuniões religiosas vivem, em média, 7,6 anos a mais do que aqueles que não mantêm esse hábito.
Loren D. Marks, professor da Brigham Young University e principal autor do relatório, afirmou que os resultados observados não representam casos isolados.
“Esses não são resultados marginais de um punhado de estudos. Eles refletem um padrão consistente encontrado em centenas das pesquisas mais rigorosas realizadas nessa área”, declarou.
O pesquisador acrescentou que os dados colocam o envolvimento religioso entre os fatores mais fortemente associados a melhores resultados de saúde física.
“O envolvimento religioso é um dos preditores mais robustos de melhores resultados em saúde física disponíveis na literatura científica e merece maior atenção nas discussões sobre saúde pública”, afirmou.
Além da relação com a longevidade, o estudo identificou taxas menores de comportamentos considerados fatores de risco à saúde entre pessoas religiosas. As pesquisas analisadas apontaram índices mais baixos de dependência química, tabagismo e ocorrência de acidente vascular cerebral (AVC).
Os pesquisadores também observaram que indivíduos envolvidos em práticas religiosas tendem a apresentar respostas imunológicas mais favoráveis e níveis mais equilibrados dos hormônios relacionados ao estresse.
Harold Koenig, coautor do relatório e pesquisador da área de saúde e religião, afirmou que as conclusões refletem décadas de investigação científica: “Após quatro décadas de pesquisa e milhares de estudos, o padrão é notavelmente claro: o envolvimento religioso está associado a uma melhor saúde física em praticamente todos os domínios que examinamos”, declarou, segundo o The Christian Post.
Koenig ressaltou que a relação entre fé e saúde tem sido observada de forma recorrente em diferentes pesquisas ao longo dos anos.
“Essas não são descobertas isoladas. Elas representam uma das associações mais consistentes encontradas na ciência da saúde”, concluiu.



