domingo, 4 de outubro de 2026

ESPERANTINA — 106 ANOS: UMA HISTÓRIA ESCRITA COM ESPERANÇA

 

ESPERANTINA — 106 ANOS: UMA HISTÓRIA ESCRITA COM ESPERANÇA


Há cidades que são construídas com pedras, ruas e prédios. Mas existem cidades que são construídas, sobretudo, com histórias.

Esperantina é uma dessas cidades.

Quando olhamos para ela hoje, com suas ruas movimentadas, seu comércio, seus bairros, suas praças e sua gente, talvez nem imaginemos que tudo começou há muitos anos, às margens de um rio que continua sendo uma das grandes testemunhas de sua história:

o Rio Longá.

Foi ali, naquela região de águas, matas e terras propícias à criação de gado, que começaram os primeiros capítulos da história de Esperantina.

Por volta de 1706, o português Antônio Carvalho de Almeida estabeleceu uma fazenda de criação de gado às margens do Longá. Mais tarde, aquela região passou a ser conhecida como Sítio da Boa Esperança.

E que nome bonito para começar uma história!

Boa Esperança.

Com o passar dos anos, o lugar ficou conhecido como Retiro da Boa Esperança. Era uma região onde os criadores recolhiam seus rebanhos, especialmente durante os períodos de estiagem.

Mas ali não se recolhia apenas o gado.

Ali começava a se reunir um povo.

Famílias foram chegando.

Casas foram sendo construídas.

A agricultura e a pecuária foram se desenvolvendo.

O comércio começou a aparecer.

E aquela pequena comunidade foi ganhando vida própria.

E junto com o trabalho veio a fé.

Entre 1843 e 1847, foi construída uma capela dedicada a Nossa Senhora da Boa Esperança.

Imagine aquele lugar há quase dois séculos.

Uma pequena comunidade.

Poucas casas.

A simplicidade da vida rural.

E, no meio de tudo aquilo, uma igreja reunindo pessoas para rezar, agradecer, pedir proteção e colocar seus sonhos nas mãos de Deus.

A fé ajudou a formar a identidade daquele povo.

E a história continuou.

Os anos passaram.

O pequeno povoado cresceu.

E chegou o momento em que aquela comunidade precisava seguir seu próprio caminho.

Então, em 25 de junho de 1920, veio um dos acontecimentos mais importantes de sua história: o antigo Retiro da Boa Esperança foi elevado à categoria de vila, emancipando-se politicamente de Barras.

Era o nascimento de uma nova etapa.

Em setembro daquele mesmo ano, aconteceu a instalação oficial.

E, décadas depois, em 1938, a Vila da Boa Esperança recebeu oficialmente o título de cidade.

Em 1943, veio uma nova mudança.

O nome Boa Esperança foi substituído por Esperantina.

E parece que o destino escolheu muito bem esse nome.

Porque, desde então, Esperantina passou a carregar no próprio nome uma palavra que todos nós precisamos conservar:

esperança.

Esperança é aquilo que permanece quando as dificuldades aparecem.

É aquilo que faz o agricultor plantar mesmo sabendo que precisa esperar pela chuva.

É aquilo que faz uma mãe acreditar no futuro dos seus filhos.

É aquilo que faz um jovem continuar estudando e sonhando.

É aquilo que faz um trabalhador levantar cedo todos os dias e continuar lutando.

E talvez seja justamente por isso que Esperantina tenha chegado até aqui.

Porque uma cidade não é feita somente de governos.

Uma cidade é feita de gente. É feita do agricultor. Do comerciante. Do professor.

Do pedreiro. Da dona de casa. Do servidor público. Do profissional liberal.

Do homem e da mulher que acordam cedo para trabalhar. Dos jovens que sonham.

Das crianças que representam o amanhã. E também daqueles que já partiram, mas deixaram suas marcas na história. Quantas pessoas passaram pelas ruas de Esperantina ao longo desses 106 anos?

Quantas histórias de amor começaram aqui? Quantas famílias foram constituídas?

Quantas crianças nasceram, cresceram e se tornaram homens e mulheres?

Quantos sonhos foram realizados? Quantas lágrimas foram derramadas?

Quantas dificuldades foram vencidas? Tudo isso faz parte da história de Esperantina.

E o Rio Longá, silenciosamente, continua passando. Passou diante das primeiras casas.

Passou diante das antigas gerações. Passou diante das mudanças. E continua passando diante da cidade que não para de crescer. O rio viu Esperantina nascer. Viu Esperantina crescer.

E continuará vendo novas gerações escreverem os próximos capítulos dessa história.

Hoje, ao celebrar seus 106 anos de emancipação política, Esperantina não deve apenas olhar para trás.

Deve olhar para frente. Porque ainda existem muitos sonhos para realizar.

Ainda existem novos caminhos para abrir. Ainda existem crianças que precisam de oportunidades.

Ainda existem jovens que precisam acreditar que podem construir seu futuro aqui.

Ainda existem desafios que precisam ser vencidos. E existe uma cidade inteira que precisa continuar acreditando. Esperantina tem história. Tem memória. Tem cultura. Tem fé. Tem trabalho. Tem um povo que não desiste. E tem, acima de tudo, um nome que é quase uma mensagem:

ESPERANÇA.

Por isso, neste momento em que a cidade comemora seus 106 anos, a nossa homenagem não é somente para os que escreveram seus nomes nos livros oficiais.

É para todos aqueles que, de alguma maneira, ajudaram a construir Esperantina. Aos pioneiros.

Aos agricultores. Aos comerciantes. Aos professores. Aos religiosos. Aos trabalhadores.

Às famílias tradicionais.

Aos que chegaram depois e fizeram desta terra a sua casa.

E principalmente às novas gerações, que terão a responsabilidade de escrever os próximos capítulos.

Que nunca falte esperança a Esperantina. Que Deus abençoe suas famílias.

Que abençoe seus trabalhadores. Que abençoe suas crianças e seus jovens.

Que abençoe aqueles que governam e aqueles que trabalham diariamente pelo desenvolvimento do município.

E que o futuro seja tão bonito quanto a história que começou às margens do Longá.

Esperantina, 106 anos. Uma cidade que nasceu como Boa Esperança...

Cresceu com o trabalho de sua gente... Foi fortalecida pela fé...

E hoje continua caminhando para o futuro carregando no próprio nome aquilo que talvez seja sua maior mensagem:

ESPERAR, ACREDITAR E CONTINUAR. Parabéns, Esperantina!

106 anos de emancipação política. 106 anos de história. 106 anos de lutas e conquistas.

E que venham muitos outros anos... Porque enquanto houver um povo que acredita,

haverá esperança. E enquanto houver esperança, Esperantina continuará escrevendo sua história.








sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Setembro Amarelo


Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização dedicada à prevenção do suicídio e à valorização da vida. No Brasil, a campanha ganhou força por iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), em parceria com outras instituições.

A ideia principal é lembrar que falar sobre sofrimento emocional, ouvir sem julgar e procurar ajuda pode fazer diferença. O mês de setembro é marcado por ações educativas, palestras, mensagens e campanhas que procuram combater o silêncio e o preconceito em torno do sofrimento psicológico.

A mensagem do Setembro Amarelo

Não se trata apenas de falar sobre suicídio, mas também de falar sobre vida, esperança, cuidado e acolhimento.

Algumas atitudes importantes são:

  • Ouvir alguém que está passando por um momento difícil;
  • Não tratar o sofrimento da pessoa como "frescura" ou falta de fé;
  • Incentivar a busca de ajuda profissional quando necessário;
  • Demonstrar presença e carinho;
  • Fortalecer redes de apoio — família, amigos, igreja e comunidade.

Para uma abordagem cristã, podemos destacar que valorizar a vida também é uma expressão de amor ao próximo. A igreja pode ser um lugar de acolhimento, escuta, oração e encaminhamento para ajuda adequada, sem substituir o acompanhamento de profissionais de saúde.

Foi isto que aconteceu nesta Quarta Feira na Igreja Cristã Evangélica BATALHA numa organização da Departamento Local de Mulheres ESTER, na pessoa da presidente Maria Rocha, que convidou uma profissional da Saúde, filha da própria igreja, Enfª. Carla Emanuela, que deu uma importante e enriquecedora palestra sobre o assunto. 

Uma frase que resume bem a mensagem:

"Setembro Amarelo: falar é um ato de coragem, ouvir é um ato de amor, e valorizar a vida é uma responsabilidade de todos." 









terça-feira, 22 de setembro de 2026

IGREJA CRISTÃ EVANGÉLICA CENTRAL DE BARRAS COMEMORANDO MAIS UM ANO DE EVANGELIZAÇÃO



Estivemos visitando os irmãos da Igreja Cristã Evangélica Central em Barras, que estavam comemorando mais um ano de aniversário e ficamos admirados com o progresso da igreja, sob a direção do Pr. Joral (Jovenelson Rodrigues) que tem tido muito êxito como pastor daquela igreja, mesmo tendo dividir o seu tempo com as responsabilidades de empresário. Foram dois dias o evento marcando cincos anos de emancipação. O primeiro culto foi realizado sexta-feira (18) na congregação do bairro Marupá e a segunda noite no seu templo sede.

Foi pregador o Pr. Martin Baumann, da Igreja Cristã Evangélica do bairro Santinho. Um bom grupo de irmãos estava presente. Encontramo-nos com alguns irmãos da igreja de Campo Maior que vieram com o seu pastor Pr. Daniel e Pr. Maná. Um grupo de Batalha também marcou presença.




Pr. Joral Rodrigues

Obreiro da Igreja, cooperador na Obra de Deus Silvio Patrocínio

Pr. Pregador Martin Baumann

Obreiro da Igreja do Bairro Santinho - Irmão Filho














quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Flávio Bolsonaro promete indicar ministros do STF contra aborto e drogas

 O senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou que, se eleito presidente da República, pretende nomear para o Supremo Tribunal Federal (STF) ministros que se posicionem contrariamente ao aborto e à legalização das drogas. Em entrevista ao programa Domingo Espetacular, da Record TV, veiculada neste domingo (30), o candidato afirmou que, ao longo de seu mandato, terá a oportunidade de indicar quatro novos integrantes para a Corte.

“Vou indicar homens e mulheres que sejam comprometidos em serem contra o aborto, em serem contra as drogas e que não usem a caneta pra fazer injustiça com ninguém”, declarou Flávio.

O senador, no entanto, não revelou nomes e justificou o sigilo afirmando que antecipar possíveis indicados provocaria uma “saraivada de matérias” contra eles. “O perfil vai ser esse: homens e mulheres que sejam de verdade patriotas e que pensem em trazer segurança jurídica de volta e resgatar a credibilidade do Supremo”, completou.



quinta-feira, 3 de setembro de 2026

IGREJA CRISTÃ EVANGÉLICA DE PARINTINS 61 ANOS NA AICEB

 


Pr. Humberto Ataíde Bonfim 

Igreja Cristã Evangélica da AICEB. Nem todas as Igrejas pertencentes ao Quadro Oficial da Aliança das Igrejas Cristãs Evangélicas do Brasil (AICEB)  nasceram com esse nome. A Igreja Cristã Evangélica de Parintins Amazonas, é uma igreja que nasceu com o nome CASA DE ORAÇÃO, e foi fundada em 1938 pela Missão Neotestamentária, que tinha sua sede na Argentina.

O Trabalho em Parintins foi plantado pelo Missionário José Penna Ribeiro, casado com dona Almerinda, uma serva de Deus muito servidora e ele um homem culto e intelectual, pregador destemido e que falava fluentemente a língua inglesa.

Quando ainda jovem, de Santarém foi estudar no Recife onde se preparou para o ministério, tendo passado também uma temporada na Paraíba, onde conheceu muitos irmãos da Igreja Congregacional, que um dia viriam embora para Santarém Pará  e Parintins Amazonas, onde anos mais tarde se congregariam com ele.

Já morando e trabalhando na seara do Mestre em Parintins, José Penna conheceu um casal de missionários vindos da Inglaterra, Alexandre e Iva Hutschson, que evangelizavam sem muito sucesso na cidade de Maués, Amazonas, não tão distante de Parintins. José Penna Ribeiro os desafiou a que viessem para Parintins ajudar no trabalho e o casal veio.  Não muito tempo depois os ingleses receberam o grupo de irmãos, na maioria paraibanos como eram chamados, e passaram a cuidar dos mesmos reunindo-os nas residências, na Ilha de Parintins. Enquanto isso, José Penna foi para a localidade rural denominada Miriti, à margem do Rio Amazonas, interior do município para começar um trabalho missionário, pois existia ali muitas famílias e um Projeto Agropecuário do governo do Amazonas, portanto um lugar estruturado com boas casas propício para iniciar uma igreja.

Tendo o Seu Alexandre e dona Iva retornado à Inglaterra para visitas aos familiares e mantenedores e fazer divulgação da obra, agora no novo campo,  pelo ano de 1951, veio assumir o trabalho o jovem missionário canadense solteiro, Dionísio Pape. Encontrando o grupo de crentes sem um local próprio para congregar,  construiu com recursos de fora um bonito templo em terreno doado pelo casal de convertidos José Terso Mendes e Rocilda Nina, à Rua Silva Meireles, ao lado de sua residência. Ele,  funcionário público lotado na Mesa de Rendas do Estado. Ela, de fino trato, de família tradicional da cidade. O local ainda hoje é justamente onde se localiza aquele templo.   

O ano era 1953. Com o retorno de Alexandre e Iva, ao encontrar o templo construído por Dionízio, repreenderam o jovem missionário, não aprovando a construção doe templo que realizara, porque a Missão Neotestamentária, à qual serviam, não adotava construções de templos nem qualquer outra forma de governo regimental, que não fosse o da igreja apostólica primitiva do primeiro século, realizando os cultos de casa em casa. Não adotavam estatutos nem atas ou quaisquer outros registros oficiais. Quando o máximo podiam fazer, era construir ou alugar uma casa comum, daí o nome CASA DE ORAÇÃO. O local de reuniões dos crentes para adoração e comunhão e ensino da Palavra, tinha de se restringir à sala de uma casa normal com o nome na fachada externa: Igreja Casa de Oração da Missão Neotestamentária.

A desavença dos dois missionários resultou na saída de Dionísio Pape para outra Missão e da cidade de Parintins. Tornou-se um dos diretores da ALIANÇA BÍBLICA UNIVERSITÁRIA (ABU) que passou a trabalhar com estudantes universitários em Universidades em São Paulo e outras cidades do Brasil implantando a Instituição.

Naquele tempo a Casa de Oração tinha tomado conhecimento da existência de um Instituto Bíblico em São Luís do Maranhão.  Para lá foram enviados , a fim de prepararem-se como obreiros, alguns jovens da igreja sendo eles: Rivaldo Melo, que se tornou pastor, Élcia Reis e Silva, serviu muitos anos no Instituto Bíblico e Seminário no corpo docente como tesoureira, professora de teoria musical,  e Cadetes e foi coordenadora da educação do Estado do Amazonas no Colégio Nossa Senhora do Carmo em Parintins, até se aposentar. Fernando Maia,  Diácono dedicado, professor da EBD e foi Chefe da Mesa de Rendas do Estado do Amazonas em Nhamundá e na cidade de Parintins. Recentemente foi ordenado Pastor Emérito da Igreja de Parintins. Edna Barbosa, tornou-se escrevente juramentada do Cartório do Primeiro Ofício na Comarca de Parintins. Laura Ribeiro, filha de um irmão de Jose Penna, mudou de igreja tornando-se Adventista do Sétimo Dia.

Com a ida desses jovens para São Luís e após os estudos, sua volta para o Amazonas, tornaram-se conhecedores das doutrinas e práticas da denominação Aliança das Igrejas Cristãs Evangélicas do Norte do Brasil (AICENB) como era chamada.

Com o abalo nos relacionamentos dos missionário Dionisio e o casal de ingleses Alexandre e Iva, a igreja foi atingida e aconteceu uma cisão entre os irmãos da igreja, ficando a maioria favorável a que se desligassem da Missão Neotestamentária e solicitaram oficialmente o seu ingresso, ou melhor, a sua filiação na AICENB, já que todos obreiros formados em São Luís foram favoráveis.  Aceitos,  as autoridades denominacionais em São Luís providenciaram a vinda de uma comissão a Parintins, sendo eles João Canfield, Leslie Jantz, e Abdoral Silva.  Como sendo do agrado e acordo de ambas as partes, foi a igreja filiada à nova denominação no dia 24 de outubro de 1965.

O grupo dissidente, muito contrariado com o que acontecera, separou-se da maioria,  alugou uma casa onde por muitos nos ficou reunindo o pequeno grupo com o nome de outrora.  

Muitos anos depois, Dona Iva Já viúva, aposentada residindo na Inglaterra, veio ao Brasil ainda com mágoas no coração pelo que acontecera, mas em sua vinda a Parintins  recebeu a minha visita que a convidei para uma visita à Igreja da Rua Silva Meireles que a aceitou. Eu era o pastor da Igreja, diz Lucimar Rocha. Em sua visita à nossa igreja numa EBD abraçou os irmãos e foi abraçada por todos num gesto de muito carinho e reconciliação.  Acredito que a mesma voltou para a sua terra aliviada e pouco tempo depois faleceu.

A Igreja Cristã Evangélica de Parintins e em Parintins comemorou nessa semana 28 a 30 de agosto,  61 anos de filiação à AICEB.  Foi o seu primeiro pastor, Rivaldo  Melo empossado em 1965 e de lá para cá tantos outros pastores já passaram por essa Igreja, como José Ferreira Leite, casado com uma filha da própria igreja, Edna Barbosa Leite. José Lucimar da Rocha, sua primeira igreja, casou com uma filha a igreja, Lenir; Pr. Humberto Bonfim casou com Claudeti, filha da igreja com dois pastorados na igreja. O primeira gestão com três anos e a segunda já vai com 34 anos, perfazendo o ministério mais prolongado de 37 anos de bons bons serviços prestados só na igreja de Parintins  com mais 3  anos de pastoreio na Região Nordeste, na Igreja Buenos Aires em Teresina e 4 anos na Igreja Cidade Nova 5 em Ananindeua/Belém perfazendo o total 43 anos de ministério. Foram ainda pastores em Parintins  Angelino, Antonilson, José Carlos, que também casou com uma filha da Igreja, Mara Dalila. Foram os pastores que ficaram mais tempo na igreja, Lucimar quase 10 anos e Humberto 43. Já perto dos 70 anos, com vários mandatos de presidente da região, vice-presidente e conselheiro,  já pensa em jubilação, mas com o projeto de continuar fazendo missões, que é sua paixão.


A Conferencia de aniversário teve seu início nas noite de 28 de agosto na congregação da Vila Amazônia e foi pregador o presidente da Região da Amazônia Ocidental, Pr. Nemias Dias Azevedo, que foi recentemente reconduzido ao cargo na última convenção regional.






 Dias 29 e 30 de Agosto no templo sede no centro


















FOTOS E VÍDEO ENVIADOS POR CLAUDETI

sábado, 15 de agosto de 2026

Sociedade Bíblica do Brasil: organização dá início à construção histórica

 


A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) acaba de dar um importante passo rumo à realização da Cidade da Bíblia com a oficialização da aquisição da área onde o novo complexo será erguido.

O ato de transferência da escritura pública aconteceu na sede da instituição, em São Paulo, e contou com a presença de dirigentes da organização, representantes de igrejas, parceiros, conselheiros e autoridades, marcando o início de uma fase promissora para a expansão da missão bíblica.

O futuro empreendimento ocupará uma área situada no km 42 da Rodovia Castello Branco, no município de Santana de Parnaíba (SP). De acordo com a SBB, a localização foi definida estrategicamente para acompanhar o crescimento institucional e ampliar sua capacidade de produção, distribuição e promoção do acesso às Sagradas Escrituras nos próximos anos.

Durante a solenidade, o reverendo Erní Seibert, presidente da SBB, compartilhou os objetivos por trás da Cidade da Bíblia e enfatizou que o projeto é a materialização de um sonho alimentado ao longo de décadas por igrejas, apoiadores e colaboradores da entidade. Em sua avaliação, a iniciativa surge com o firme propósito de potencializar a missão de tornar a Palavra de Deus cada vez mais acessível a todos.

“Este projeto é fruto de planejamento, oração e fé em Deus. Nossa expectativa é que a Cidade da Bíblia contribua para expandir o impacto das Escrituras e transformar inúmeras vidas”, declarou.

O ápice da cerimônia foi a assinatura da Escritura Pública de Compra e Venda do imóvel, realizada diante do tabelião responsável. Em seguida, o antigo proprietário da área, Faeis Kadri, fez a entrega simbólica do documento ao diretor-presidente da SBB, que o encaminhou ao presidente do Conselho Deliberativo, pastor Esequias Soares da Silva, oficializando a incorporação do terreno ao patrimônio da instituição.

O pastor Esequias Soares da Silva destacou que a conquista do terreno é reflexo de um esforço coletivo, viabilizado pela colaboração entre igrejas, mantenedores e colaboradores da SBB. Segundo ele, o novo complexo se tornará um polo estratégico para impulsionar a produção bíblica e dar prosseguimento ao legado da organização.

Ao refletir sobre a negociação, Faeis Kadri revelou que passou a enxergar a real grandeza do projeto à medida que conhecia mais a fundo o trabalho realizado pela Sociedade Bíblica do Brasil. “Compreendi que não se tratava de uma simples transação imobiliária, mas de um empreendimento de amplo espectro e profunda relevância social e espiritual”, pontuou.

Outro instante de grande significado foi a assinatura de um exemplar da Bíblia por todos os convidados. O volume será depositado junto à pedra fundamental da Cidade da Bíblia, servindo como marco memorial da participação daqueles que testemunharam o nascimento do projeto.

A cerimônia foi encerrada com uma oração conduzida pelo primeiro vice-presidente do Conselho Deliberativo, Antonio Cabrera Mano Filho, que reforçou a importância de perseverar na missão de levar as Escrituras a um público cada vez mais amplo.

Fundada em 1948, a Sociedade Bíblica do Brasil considera a Cidade da Bíblia um dos marcos mais significativos de sua trajetória recente. Para além da ampliação de sua infraestrutura operacional, o novo complexo pretende consolidar um centro dedicado ao fortalecimento da causa bíblica, viabilizando que igrejas e comunidades no Brasil e no exterior tenham acesso cada vez mais amplo à Palavra de Deus. Comunhão.

Fonte:




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