sábado, 6 de junho de 2026

Governo do Egito legaliza 191 igrejas e edifícios afiliados

 

Líderes cristãos no Egito comemoraram a decisão do governo de legalizar mais 191 igrejas e edifícios religiosos vinculados a diferentes denominações cristãs. A medida foi aprovada em 19 de maio após uma reunião de gabinete presidida pelo primeiro-ministro Mustafa Madbouli.

Com a nova autorização, o número total de igrejas e instalações religiosas regularizadas pelo governo egípcio chegou a 3.804 desde 2016, quando foi criado um comitê responsável por analisar e legalizar templos construídos sem licença oficial ao longo das últimas décadas.

O reverendo Khalaf Barakat, presidente da Assembleia Geral Evangélica Batista do Egito, afirmou que os cristãos receberam a decisão com gratidão. Segundo ele, diversas igrejas batistas já foram beneficiadas pelo processo, enquanto outras continuam aguardando a conclusão dos trâmites estabelecidos pelas autoridades.

“Agradecemos o espírito de cooperação demonstrado pelas autoridades competentes ao lidar com essa questão nos últimos anos”, declarou Barakat.

Paralelamente ao avanço na regularização das igrejas, o governo egípcio também encaminhou ao Parlamento dois projetos de lei relacionados ao estatuto pessoal e ao direito de família de muçulmanos e cristãos. As propostas foram apresentadas em 4 de maio e estão sendo analisadas por uma comissão parlamentar formada por representantes de diversas áreas legislativas.

O projeto voltado aos cristãos prevê a criação do primeiro código unificado de estatuto pessoal para as comunidades cristãs do país. A proposta contempla diferentes tradições, incluindo igrejas ortodoxas coptas, ortodoxas siríacas, ortodoxas gregas, ortodoxas armênias, evangélicas e católicas.

Entre os temas abordados estão noivado, casamento, divórcio, anulação matrimonial, guarda de filhos, direito de visita, tutela parental, herança, desaparecimento de pessoas e questões relacionadas à filiação.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa local, a proposta estabelece que os noivados sejam formalizados por contrato autenticado e prevê a publicação de anúncios nas igrejas antes da realização dos casamentos. O texto também permite a inclusão de cláusulas previamente acordadas pelos cônjuges, incluindo questões relacionadas à atividade profissional da esposa e às responsabilidades financeiras do casal.

Outro ponto de destaque é a regulamentação dos processos de anulação, dissolução matrimonial e divórcio. A proposta também prevê igualdade de direitos sucessórios entre homens e mulheres. Atualmente, em muitos casos, são aplicadas regras de herança baseadas na legislação islâmica, que atribuem aos homens uma parcela maior da herança.

O projeto ainda cria o chamado “direito de visita do anfitrião”, permitindo que filhos passem períodos determinados com o genitor que não possui a guarda, incluindo pernoites e viagens anuais. Além disso, a proposta reconhece o uso de meios eletrônicos para facilitar a comunicação entre pais e filhos em situações de guarda compartilhada ou separação.

Segundo informações do portal Christian Daily, essas mudanças ocorrem no contexto da Lei de Construção de Igrejas, aprovada em 2016, que ampliou a autoridade dos governadores provinciais para aprovar a construção e reforma de templos cristãos, atribuição que anteriormente dependia principalmente dos órgãos de segurança do país.


segunda-feira, 25 de maio de 2026

Polícia investiga Ratinho por suposta ‘LGBTfobia’

 


O apresentador Ratinho está sendo investigado pela Polícia Civil do Estado de São Paulo por supostos casos de “LGBTfobia”. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a investigação está sob responsabilidade do 7º Distrito Policial de Osasco e tramita sob sigilo.

De acordo com informações publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo, a apuração foi aberta em razão da reincidência de declarações consideradas ofensivas feitas durante o programa exibido pelo Sistema Brasileiro de Televisão. A investigação foi instaurada na quinta-feira, 21 de maio, e terá prazo inicial de 30 dias, podendo ser prorrogada.

Ratinho deverá ser chamado para prestar depoimento, assim como integrantes da produção do programa. A emissora não é alvo do inquérito, e por isso informou que não comentaria o caso. A assessoria do apresentador declarou que ele não se manifesta sobre processos judiciais.

Um dos episódios investigados ocorreu em março, quando Ratinho afirmou que a deputada federal Erika Hilton não deveria presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados por ser uma mulher transsexual.

Após as declarações, Erika Hilton acionou a Justiça alegando transfobia e solicitou direito de resposta ao SBT. De acordo com a revista Oeste, Ratinho também apresentou uma ação contra a parlamentar por difamação.

Outro episódio apurado aconteceu neste mês, quando o apresentador afirmou estar “preocupado” com a exposição de homens se beijando em público. O vídeo repercutiu nas redes sociais e levou o Ministério Público a abrir uma investigação sobre o caso.

A polícia também apura declarações feitas no quadro “Dez ou Mil”, exibido em 11 de maio. Segundo as denúncias apresentadas às autoridades, Ratinho teria feito piadas consideradas homofóbicas envolvendo pessoas LGBT, sugerindo que elas não seriam “machos de verdade”.



quarta-feira, 20 de maio de 2026

Astronauta descreve o que Deus o ensinou no espaço Butch Wilmore participou da missão Artemis II, que sobrevoou a Lua

 


O recente avanço das missões da NASA no espaço voltou a impulsionar o interesse pela exploração espacial tripulada. A missão Artemis II realizou o primeiro voo tripulado além da órbita terrestre baixa desde 1972, reacendendo discussões sobre futuras viagens à Lua, Marte e outras regiões do espaço.

A agência espacial norte-americana também trabalha com o objetivo de levar novamente astronautas à superfície lunar até 2028, dentro do programa Artemis.

Nesse contexto, o ex-astronauta Butch Wilmore compartilhou experiências acumuladas ao longo de sua trajetória na exploração espacial. Wilmore participou de três missões espaciais, comandou operações na Estação Espacial Internacional e permaneceu 464 dias no espaço durante sua carreira na NASA.

Conhecido por unir liderança e fé cristã, o astronauta afirmou que os voos espaciais exigem dedicação intensa e trabalho coletivo. “Voar para o espaço é difícil. Voar para o espaço com humanos é certamente difícil de fazer bem, e fazemos parecer fácil. É exatamente isso que a NASA tem feito ao longo das décadas. Desafiar a nós mesmos, aprender, ir cada vez mais longe”, declarou.

Wilmore também destacou o esforço das equipes envolvidas nas missões. “São apenas pessoas apaixonadas trabalhando juntas, dedicando-se ao máximo, empenhando-se para saber tudo e executar bem. Esse é o objetivo”, afirmou.

Em seu livro Preso no Espaço, o ex-astronauta relata uma permanência inesperada e prolongada na Estação Espacial Internacional. Segundo ele, a experiência colocou à prova não apenas sua capacidade técnica, mas também sua resistência emocional e espiritual.

Durante o relato, Wilmore afirmou que sua fé em Deus foi essencial nos momentos de incerteza. “O Senhor é soberano. Ele nos colocou lá de acordo com Seu plano e Seus propósitos para a Sua glória e, em última análise, para o nosso bem, se crermos”, declarou.

O astronauta também refletiu sobre o período em que permaneceu no espaço além do tempo inicialmente previsto. “Estávamos presos? Há definições que dizem que sim. Mas Deus nos colocou onde quer que estejamos. Não se trata apenas desta situação. São tantas situações na vida. E se você crê e O conhece, isso o aproxima ainda mais Dele”, afirmou.

Ao longo da obra, Wilmore descreve o isolamento, os desafios psicológicos e a necessidade de adaptação enfrentados por astronautas durante missões prolongadas fora da Terra, conforme informações do portal The Christian Post.

O ex-comandante ainda relembrou o episódio que levou ele e outros astronautas a ampliarem uma missão planejada para oito dias em uma permanência de quase um ano na Estação Espacial Internacional. Segundo Wilmore, a experiência reforçou sua confiança de que situações inesperadas para os homens não fogem ao controle de Deus.

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Arqueólogos localizam estátua de faraó do Egito no Êxodo


arqueologia bíblica

Arqueólogos localizam estátua de faraó do Egito no Êxodo

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Arqueólogos encontram estátua de faraó do Egito no Êxodo
Uma estátua gigantesca atribuída ao faraó Ramsés II foi descoberta por arqueólogos no sítio arqueológico de Tel Faraoun, na província de Sharqia, no Delta Oriental do Egito. A descoberta foi anunciada em 22 de abril pelo Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito e pelo Conselho Supremo de Antiguidades.Segundo as autoridades, a estátua está incompleta e perdeu a parte inferior, incluindo pernas e base. Ainda assim, os pesquisadores estimam que a peça pese entre cinco e seis toneladas e tenha aproximadamente 2,1 metros de altura. Apesar do estado considerado delicado, especialistas afirmam que os fragmentos preservam importantes características artísticas e históricas.O secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, Hisham Lithi, declarou que a descoberta representa uma importante evidência das atividades religiosas e reais no Delta oriental do Egito Antigo. Ele também destacou que a descoberta reforça a prática egípcia de transportar estátuas reais entre diferentes cidades e complexos religiosos.á Mohamed Abdel-Badii, chefe do setor arqueológico egípcio do conselho, afirmou que estudos preliminares indicam que a estátua não foi originalmente produzida em Tel Faraoun. Pesquisadores acreditam que ela tenha sido confeccionada em Pi-Ramesses, cidade fundada por Ramsés II, e posteriormente transferida para reutilização em um complexo religioso.Após a descoberta, a estátua foi removida do local e encaminhada ao depósito do museu em San El-Hajar, onde passará por um processo de restauração e preservação.

Ramsés II, que viveu entre 1303 a.C. e 1213 a.C., é considerado um dos faraós mais conhecidos da história egípcia. Ao longo dos anos, ele passou a ser frequentemente associado ao faraó mencionado no livro bíblico de Êxodo, especialmente em produções cinematográficas como Os Dez MandamentosO Príncipe do Egito e Êxodo: Deuses e Reis.

No entanto, a Bíblia não identifica nominalmente o faraó confrontado por Moisés durante a saída dos hebreus do Egito. O relato bíblico descreve apenas um governante que se recusou a libertar o povo hebreu escravizado.

Alguns estudiosos apontam Amenófis II como possível faraó do período do Êxodo, embora não exista consenso entre intérpretes bíblicos e historiadores sobre a identificação exata.

Além da estátua atribuída a Ramsés II, arqueólogos egípcios anunciaram recentemente outra descoberta considerada relevante para a história do cristianismo antigo. Escavações no sítio arqueológico de Al-Qalāyā, na província de Beheira, revelaram um complexo monástico com cerca de 1.500 anos.

Segundo o Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito, o local inclui uma construção do século V que teria servido como centro de acolhimento para peregrinos cristãos, informou o The Christian Post.

As escavações identificaram 13 cômodos utilizados para diferentes funções, incluindo celas monásticas, áreas de hospedagem, espaços de ensino, cozinha e depósitos. Um grande salão localizado na parte norte do edifício apresenta bancos de pedra decorados com motivos botânicos e teria sido utilizado para receber visitantes e líderes monásticos.

Hisham Lithi afirmou que Al-Qalāyā é considerado o segundo maior centro monástico conhecido da história do monasticismo cristão. Segundo ele, o local ajuda pesquisadores a compreenderem a evolução das primeiras comunidades monásticas cristãs, desde habitações isoladas até estruturas comunitárias voltadas ao acolhimento de visitantes e peregrinos.

terça-feira, 5 de maio de 2026

Vídeo mostra bastidores de ‘A Ressurreição de Cristo’

Longa-metragem é sequência do clássico 'A Paixão de Cristo', de 2004


https://goodprime.co/video-bastidores-a-ressurreicao-de-cristo-137404/


As filmagens de A Ressurreição de Cristo, sequência do filme A Paixão de Cristo, foram concluídas na Itália, conforme registros divulgados nas redes sociais nos últimos dias. O projeto, dirigido por Mel Gibson, encerra uma etapa de produção após anos de desenvolvimento, que incluíram revisões de roteiro, mudanças no elenco e ajustes criativos.

A continuação será dividida em duas partes. A primeira, intitulada “A Ressurreição de Cristo: Parte Um”, tem estreia prevista para 26 de março de 2027, data que coincide com a Sexta-feira Santa. A segunda parte está programada para 6 de maio de 2027, no período do Dia da Ascensão.

O novo filme aborda os acontecimentos após a crucificação de Jesus Cristo, com foco nos eventos relacionados à ressurreição. Diferentemente da produção original de 2004, a sequência apresenta um elenco totalmente reformulado. O ator finlandês Jaakko Ohtonen assume o papel de Jesus, enquanto Mariela Garriga interpreta Maria Madalena. O elenco também inclui Pier Luigi Pasino como Pedro, Kasia Smutniak como Maria, Riccardo Scamarcio como Pôncio Pilatos e Rupert Everett em participação coadjuvante.

Segundo informações da produção, a substituição do elenco foi adotada devido à proximidade temporal entre os eventos retratados e à complexidade do uso de tecnologia de rejuvenescimento digital. “Fazia sentido reformular todo o elenco do filme”, afirmou uma fonte ligada ao projeto.

As gravações ocorreram nos estúdios Cinecittà, em Roma, além de locações no sul da Itália, incluindo a cidade de Matera. Mel Gibson assina o roteiro em parceria com Randall Wallace, conhecido pelo trabalho em “Coração Valente”.

O diretor já havia indicado que a sequência abordaria temas teológicos de forma ampliada, incluindo referências ao Inferno, ao Sheol e à origem de Satanás. Ele descreveu o roteiro como uma abordagem não convencional da narrativa.

Lançado em 2004, A Paixão de Cristo arrecadou mais de 610 milhões de dólares em bilheteria mundial, tornando-se uma das produções independentes de maior sucesso comercial.

Em entrevista anterior, Gibson afirmou que se interessa por histórias que tratam da redenção e da necessidade de um Salvador. “Somos falhos e precisamos de ajuda. Normalmente, a melhor maneira de conseguir ajuda é pedindo”, declarou.

O diretor também incentivou a permanência em convicções pessoais diante de desafios: “Você precisa examinar sua própria consciência e seguir o caminho certo”, afirmou.



sábado, 2 de maio de 2026

Derrota de Lula: Congresso derruba veto à Dosimetria


 

O Congresso Nacional derrubou, nesta semana, os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Projeto de Lei da Dosimetria, com 367 votos favoráveis à rejeição. A proposta trata da revisão de penas relacionadas a crimes previstos no Código Penal ligados a atentados contra o Estado Democrático de Direito, incluindo condenações decorrentes dos atos de 8 de janeiro.

Ao todo, 168 parlamentares votaram pela manutenção dos vetos, enquanto cinco se abstiveram. Na Câmara dos Deputados, 318 parlamentares votaram pela derrubada e 144 pela manutenção. No Senado, 49 votaram contra o veto presidencial e 24 a favor.

A votação ocorreu em meio a um cenário de desgaste do governo no Congresso, após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. O Senado rejeitou o nome indicado, com 42 votos contrários e 34 favoráveis, abaixo dos 41 necessários para aprovação.

O Projeto de Lei da Dosimetria prevê mudanças na aplicação de penas, incluindo a proibição da soma de sanções sobrepostas e a possibilidade de redução de um terço a dois terços para condenados que não tenham exercido liderança ou financiamento nos atos. A proposta também altera regras de progressão de regime, permite remição de pena em prisão domiciliar e estabelece a retroatividade por se tratar de norma penal mais benéfica.

O presidente Lula havia vetado integralmente o projeto em 8 de janeiro, durante ato no Palácio do Planalto, ao afirmar que as condenações relacionadas aos atos haviam ocorrido com base em provas consistentes e ao elogiar a atuação do STF.

Durante a sessão, parlamentares da base governista argumentaram que a derrubada do veto poderia gerar benefícios a condenados por crimes graves. Diante disso, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, anunciou a exclusão de trechos que tratavam de progressão de regime em casos relacionados a facções criminosas.

Alcolumbre explicou que a decisão considerou a existência de conflito entre o texto do projeto e normas posteriores aprovadas pelo próprio Congresso, especialmente a chamada Lei Antifacção. “Refiro-me aos incisos 4 a 10 do art. 112 da Lei de Execução Penal, que tratam da progressão de regime em hipóteses que foram recentemente alteradas pela Lei Antifacção”, afirmou.

O presidente do Senado acrescentou que a derrubada integral dos vetos poderia gerar efeitos indesejados no sistema penal. “Essas normas, caso tivessem o seu veto derrubado, revogariam as novas regras de progressão de regime trazidas pela Lei Antifacção, inclusive a que trata da progressão de condenados que exercem o comando de facções criminosas”, declarou, segundo a Oeste. “Esse cenário representaria um passo atrás nas ações de combate à criminalidade, em especial ao feminicídio e ao crime organizado”, concluiu.






quarta-feira, 29 de abril de 2026

Netanyahu agradece a soldados cristãos de Israel por serviço ao país

 


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reuniu-se no domingo com um grupo de soldados cristãos que atuam nas Forças de Defesa de Israel (IDF). O encontro ocorreu no gabinete oficial e incluiu relatos pessoais dos militares, além de declarações públicas do líder israelense.

A reunião aconteceu dias após episódios envolvendo a conduta de soldados das IDF em áreas de presença cristã no sul do Líbano. Em um dos casos, um militar divulgou imagens destruindo uma estátua de Jesus. Após investigação, os envolvidos foram disciplinados. Em outro episódio, equipamentos de engenharia foram registrados danificando painéis solares em uma vila cristã.

As IDF informaram que abriram investigações sobre os dois casos. Líderes cristãos que já serviram nas forças armadas também se manifestaram, condenando as ações e pedindo medidas para evitar novos incidentes.

Durante o encontro, Netanyahu agradeceu o serviço prestado pelos soldados cristãos e destacou a participação deles em diferentes funções dentro das forças armadas. “Estou aqui no Gabinete do Primeiro-Ministro com um grupo extraordinário de jovens homens e mulheres. São soldados cristãos, homens e mulheres, das Forças de Defesa de Israel. Eles ocupam todos os cargos importantes em nossas incríveis Forças Armadas e realizam um trabalho incrível”, declarou.

O primeiro-ministro também mencionou a repercussão dos episódios recentes, afirmando que as ações individuais não representam o conjunto das forças. “Isso é completamente contrário ao que é apresentado externamente. Não se trata apenas de Israel lutar pelos direitos dos cristãos no Oriente Médio, mas sim de Israel ter soldados cristãos que lutam pela defesa de Israel e por nossos irmãos cristãos em toda a área, em toda a região e além”, afirmou.

Netanyahu acrescentou que ficou impressionado com os relatos apresentados. “Devo dizer que fiquei impressionado com as histórias pessoais, o comprometimento, o sacrifício e as conquistas deles. Israel é o único país do Oriente Médio onde a comunidade cristã está prosperando, crescendo e se expandindo. E é muito, muito bem-sucedida, com homens e mulheres incríveis. E quero saudar todos vocês”, disse.

O encontro contou com a presença de Jürgen Bühler, presidente da Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém (ICEJ). Ele informou que foi convidado pelo gabinete do primeiro-ministro para participar da recepção com soldados cristãos, em sua maioria árabes.

Bühler afirmou que também indicou a presença de militares evangélicos filhos de imigrantes. Segundo ele, 17 soldados participaram do encontro. “Alguns serviram em unidades de elite, outros como pilotos, muitos lutaram em Gaza”, declarou. Ele acrescentou que Netanyahu se mostrou sensibilizado com os relatos. “Ele ficou muito comovido — encorajado por suas histórias, especialmente as daqueles que vêm do exterior para servir”, afirmou, de acordo com o The Christian Post.

Durante a reunião, Bühler comparou os soldados a figuras históricas ligadas ao apoio a Israel. “Esses são os Orde Wingates e Lord Petersons dos tempos modernos nas Forças de Defesa de Israel”, disse. Ele também destacou que o primeiro-ministro cumprimentou os participantes individualmente e ouviu seus testemunhos. “Foi um encontro histórico hoje”, concluiu.

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