terça-feira, 28 de julho de 2026

Presbiteriana aprova inclusão de pessoas homoafetivas como membros e ministros

 A Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU) aprovou, durante sua XXI Assembleia Geral Ordinária, realizada entre os dias 17 e 19 de julho em Salvador (BA), uma deliberação que autoriza a recepção de pessoas homoafetivas como membros das comunidades locais e, quando observados os critérios vocacionais, também para o exercício do ministério pastoral.

Em nota oficial, a denominação esclareceu que a decisão não institui uma norma uniforme para todas as igrejas da IPU. O texto destaca que a Assembleia “reafirmou que cabe a cada Presbitério e a cada igreja local exercer, de forma responsável e pastoral, seu discernimento comunitário, fundamentado na oração, no estudo e no diálogo” sobre a inclusão e participação dessas pessoas na vida da igreja.

O Conselho Coordenador também ressaltou que a medida preserva um princípio histórico da denominação: “A Assembleia não estabeleceu uma imposição uniforme para toda a IPU. Ao contrário, reafirmou o princípio histórico da IPU de respeito à autonomia das comunidades locais e dos presbitérios, preservando a comunhão denominacional mesmo diante de diferentes compreensões sobre o tema.”

Compromisso contra a discriminação

A assembleia também reafirmou o posicionamento da igreja contra a discriminação. O documento recomenda a rejeição de “toda forma de violência, estigmatização, exclusão ou discurso de ódio dirigido a pessoas homoafetivas” e orienta as comunidades a promoverem ambientes de escuta, cuidado pastoral e convivência respeitosa.

Outra decisão aprovada foi a rejeição às chamadas terapias de reversão sexual. Segundo o relatório, “não haja, nas igrejas da IPU, abordagens relacionadas às chamadas terapias ou tratamentos de reversão da orientação sexual”, por entender que a ação pastoral deve se basear no respeito à dignidade humana e no cuidado pastoral.

Processo de escuta e estudo

A decisão foi tomada após três anos de trabalho da Comissão Especial para Assuntos de Gênero, criada pela IPU para estudar a questão. O grupo ouviu representantes de igrejas, presbitérios e pessoas da comunidade LGBTQIAPN+, além de analisar documentos oficiais da denominação e promover debates antes de apresentar o relatório à Assembleia.

Em sua manifestação final, o Conselho Coordenador afirmou que a medida busca preservar a unidade da igreja: “A decisão da XXI Assembleia Geral Ordinária busca promover a unidade da Igreja sem anular a diversidade presente em seu interior. Com: Exibir Gospel.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

CONHEÇA A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NASCIMENTO DA VOZ DA POROROCA NA SUA PRIMEIRA VERSÃO

 Antes de tudo, convido você a visitar mais uma importante publicação do BLOG DO EVERARDO TORRES. Batalhense como eu, Everardo é um apaixonado pesquisador da história de nossa terra e, com dedicação admirável, vem resgatando documentos, relatos e acontecimentos que ajudam a preservar a memória de Batalha para as atuais e futuras gerações.

Nesta oportunidade, ele nos leva de volta ao cenário político de 1954, destacando uma das disputas mais marcantes da história do município. De um lado, Antônio Machado Melo, candidato à Prefeitura pela União Democrática Nacional (UDN); do outro, Magno Pires Alves, representante do Partido Social Democrático (PSD). Dois grandes nomes que marcaram época e mobilizaram intensamente a população batalhense.

A matéria também relembra um fato curioso e de grande valor histórico: a criação de dois serviços de alto-falantes que animaram e defenderam seus respectivos candidatos durante toda a campanha eleitoral. A Voz de Santo Antônio, conduzida pelo locutor José Murilo, e a inesquecível Voz da Pororoca, comandada com coragem e determinação por Osmar Savedra, descendente de indígenas, vindo do Amazonas. Foi justamente dessa iniciativa que nasceu o nome "Pororoca", que permanece vivo na memória e na história de Batalha.

É uma leitura que vale a pena. Conhecer o passado é compreender melhor as nossas raízes e valorizar aqueles que ajudaram a construir a história do nosso município.

Leia a matéria completa no BLOG DO EVERARDO TORRES.

Clique no link:

As Cornetas da Política: O Duelo de 1954 e a Origem d'A Pororoca        









terça-feira, 7 de julho de 2026

HINO OFICIAL DA ICEBATALHA 14 junho 2026

 Hino Oficial da Igreja Cristã Evangélica Batalha em Batalha - PI.

Composição do Pr. Lucimar Rocha, dedicado ao Senhor Jesus Cristo, para o seu louvor e glória. Relata a história da Igreja desde a Chegada dos missionários irlandeses em nosso torrão em 1959 anunciando o evangelho em nossa região pela década de 1960. Os dois missionários chegaram na década de 50, ambos vieram solteiros. Já evangelizando em Piracuruca Piauí e arredores, pouco tempo depois voltaram à Irlanda do Norte, Wesley Gould a Port Down onde casou com Winnie, Edmundo voltou a Belfast onde casou com Marie. Salienta-se que ambos voltaram e casaram em datas bem diferentes, mas o ideal era o mesmo, servirem ao Senhor no Piauí. Já em 1962 o jovem Lucimar, de uma das famílias convertidas em Batalha, aceitou a Cristo e foi estudar para ser pastor. Como filho da congregação de Batalha tempos depois veio assumir a igreja, onde já está com 36 anos de ministério só na igreja local e 53 anos de ministério pastoral servindo também em outros lugares. Na foto Lucimar (de gravata) e esposa Lenir estão com três irmãos da primeira família a se converter: João de Deus, Raimundo Nonato e Francisca Florindo. Deus Seja Louvado.



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