quinta-feira, 27 de setembro de 2018

ICE Campo Maior, DLOM completou dois anos



Mais um DLOM fez aniversário no final de semana que passou. Foi o Departamento Local de Mulheres da Igreja Cristã Evangélica de Campo Maior- (AICEB Nordeste)    

Enquanto o DLOM de Batalha é um dos mais antigos da região, o DLOM de Campo Maior é o caçula, completando somente dois anos de organização. A Data foi a mesma (22 e 23) e a programação tão bem elaborada quanto à de Batalha.

A Conferência teve como preletora a irmã Creusa Silva (ICE Buenos Aires - Teresina) que abordou o tema: “O Doce Poder da Oração”   baseado em Tg. 5.16. O culto comemorativo foi muito participativo com cânticos de louvor e gratidão a Deus.
A nova diretoria do departamento foi empossada para a gestão de 4 anos, conforme o regimento do órgão,  pelo pastor da Igreja Francisco Brito (Maná) ficando assim constituída das irmãs: Presidente: Ernestina,  Secretária: Vanessa, Tesoureira: Neide e  Conselhira: Maralima.

Após o culto da noite as irmãs se congratularam com um jantar tropical.  Pela manhã do dia seguinte, já se encontravam presentes a presidente e a tesoureira do DREM - Departamento Regional de Mulheres da AICEB Nordeste, Jeiel Barros e Norma Suely e também fazendo parte da equipe a secretária da Micro Centro, educadora Neiva Ribeiro. 

Após o almoço oferecido pelas irmãs locais para toda a
igreja e visitantes, a equipe da diretoria regional convidou-as para uma palestra, que foi dirigida pela presidente Jeiel abordando assuntos conexos e de interesse  da micro região e entrega de Manuais do Departamento Nacional de mulheres da AICEB - DNAM  



Preletora Creusa e presidente Ernestina 



quarta-feira, 26 de setembro de 2018

GRANDE CRUZADA MISSIONÁRIA EM JOAQUIM PIRES - MICRO NORTE DA REGIÃO NORDESTE. EVENTO MISSIONÁRIO.

DEPARTAMENTO REGIONAL DE MULHERES (DREM) DA AICEB NORDESTE REALIZA SUA PRIMEIRA VIAGEM À BATALHA E CAMPO MAIOR


A participação  das diretoras do DREM (Diretoria Regional de Mulheres, da AICEB Nordeste) a saber: da presidente Jeiel Barros, com a secretária da Micro Centro,  Neiva Ribeiro e tesoureira Norma Suely, no quadragésimo aniversário do DLOM  da Igreja Cristã Evangélica de Batalha neste final de semana, abre novo tempo na história desse Departamento na Região Nordeste. 

Em Batalha elas tiveram a oportunidade de se dirigir às igrejas, aos pastores e esposas e outras irmãs das igrejas desta micro norte, como de Batalha, (pastor Lucimar e Lenir) de Esperantina, (Pr. Manol Carlos e Neila) do Campo de Joaquim Pires (Pr. José Reis) e de São João do Arraial (Pr. Antonio Negreiros e esposa) e Barras centro (Pr. Joral e Irismar) e irmãs de Piracuruca.  Foi um momento favorável para esse contato e entrega do Manual do Departamento Nacional de Mulheres da AICEB, portanto uma viagem produtiva, que certamente brotará ótimos resultados.

ICE Batalha
Eleita no Congresso de Julho deste ano em Demerval Lobão, essa diretoria já traçou suas metas com planejamento de visitas aos departamentos locais, criaram um grupo na rede social WhatsApp com as esposas de pastores com vistas a um apoio mais sólido dessas às presidentes locais.

Segundo a irmã Jeiel Barros, presidente do departamento, esta foi a primeira visita oficial estendendo-se até Campo Maior no domingo, ocasião em que as irmãs ali estavam também comemorando seus dois anos de organização.   Participaram da EBD com as irmãs da igreja local e também deram posse à nova diretoria do DLOM “Mulher Virtuosa”.  Um almoço comunitário foi oferecido a todos os presentes e após a equipe de Teresina reuniu-se com as irmãs e fizeram a apresentação dos seus alvos e entrega do Manual.  



terça-feira, 25 de setembro de 2018

ABERTURA FESTIVIDADES DE 40 ANOS DO DLOM ESTER BATALHA SET2018

Departamento de Mulheres da ICE Batalha 40 Anos de História

Foto em que aparecem as irmãs de Batalha com as diretoras do DREM (Departamento Regional de Mulheres)


Fundada em Setembro de 1978 a antiga União Feminina, hoje DLOM -  Departamento Local de Mulheres da Igreja Cristã Evangélica de Batalha, Piauí comemorou neste final de semana (22 e 23) 40 anos.

Como  nas demais igrejas da AICEB, o DLOM “Ester”  é o mais atuante dos departamentos da igreja de Batalha. Foi organizado pela missionária Florence Hough que por vários anos, depois que encerrou suas atividades no antigo Internato Betânia, em Cururupú Maranhão, onde passou grande parte de sua juventude na construção e implantação daquele internato, veio trabalhar direto com a antiga Confederação das Uniões Femininas Cristãs.   

Visitou praticamente todas as uniões femininas da antiga região nordeste que compreendia os estados do Maranhão e Piauí, com a educadora cristã Darci Dias sua companheira de viagens.
Uma vez passando por Batalha em viagem de visitas  vendo o potencial de que as irmãs já eram possuidoras, as incentivou a se organizarem como departamento e foi assim que as orientou no processo da organização. Seu nome é muito lembrado e respeitado entre as irmãs Ester.
Toda a programação foi dirigida  nos pequenos detalhes pelas “filhas do Rei”,  equipe esta formada pelo Pastor da igreja, que se encarrega de organizar os eventos da igreja.

Estiveram presentes prestigiando o evento irmãs do campo de Barras Centro, (Pr. Joral) Esperantina, (Pr. Manoel Carlos) São João do Arraial, Pr. Antonio Negreiros) Piracuruca e Pr. José Reis de Joaquim Pires.  Houve a participação especial da Cantora Gospel Franciane Alves, filha da igreja, residindo na cidade de Barras.   Participaram as irmãs Simone de Esperantina, e um grupo de coreografia da Igreja Quadrangular Local, cuja pregadora, missionária Jéssica entregou excelente mensagem, sobre a Mulher Samaritana.

Um dos momentos mais altos, além da pregação foi a abertura com a participação da Banda da Música  Manoel Fabiano que por questão de falta de espaço, dos 73 integrantes, entrou com 16 músicos.  Executou o Hino de Batalha com a voz do pastor da igreja  Lucimar Rocha e mais dois hinos Vencendo vem Jesus e Olhando para Cristo. Lucélio Costa, membro do Ministério de Louvor da igreja se deu por satisfeito. “Nossas crianças gostaram muito de ter contribuído com este evento”, disse ele.

Presença marcante foi da Diretoria do DREM – Departamento Regional de Mulheres, nas pessoas da Presidente Jeiel  Barros, Neiva Ribeiro e Norma Suely. Conforme palavras da presidente Jeiel teve a melhor das impressões. “superou nossas expectativas, um evento grandioso,; podemos ver o zelo das irmãs nas participações em todas as apresentações. Observamos alegria no que estavam fazendo. O DLOM Ester tem um potencial muito grande” declarou a presidente.   


  • No domingo na  Escola Dominical o Pr. José Reis entregou à igreja excelente e tocante mensagem de Deus.  À noite no encerramento, mesmo que com menor número de pessoas em relação a sábado, a programação foi igualmente festiva, com músicas especiais e a pregação da Palavra pelo pastor da igreja Lucimar Rocha, que discorreu sobre Débora, uma personagem do antigo testamento que influenciou uma geração inteira por 40 anos, uma grande líder, juiz, profetisa, política, estrategista militar que  derrotou o Rei Jabim  dando paz ao povo de israel por 40 anos. 

finalmente todos participaram do bolo de aniversário e a festa se deu por encerrada sob as bênçãos de Deus.














Cantora Franciane Alves 


Diretoria Regional de Mulheres (DREM)







Maria Lustosa, diaconisa emérita representa a sócia mais idosa do DLOM



quinta-feira, 20 de setembro de 2018

EDITORIAL



O advento das redes sociais na internet em todo o mundo civilizado implantou  grandes mudanças no comportamento humano e sobretudo nos aspectos da vida social hodierna. A partir daí vivemos hoje uma nova história.
Para os evangélicos no Brasil, não é diferente.  Na AICEB (Aliança das Igrejas Cristãs Evangélicas do Brasil) nunca vimos um número tão significativo de pastores antenados na informação. As redes sociais têm sido esplendorosamente utilizadas como meios de comunicação de massa.  Isto faz muito bem, porque mostra em que nível social e intelectual estão nossos pastores.  Faz bem também porque estimula uma comunicação rápida eficiente através das quais propagam a mensagem evangélica, eventos eclesiásticos e compartilham a fé cristã.

Na questão político partidária nunca houve na história da denominação uma participação tão arrojada e consciente por parte dos obreiros e isto, acredito eu, se deve ao fato do pastor aicebiano estar enojado dos maus políticos brasileiros, em que a maioria dos governantes e legisladores tem cuidado muito mais de interesses ilícitos e egoísticos do que dos interesses da população. 

Neste momento estamos num período eleitoral decisivo, em que o povo brasileiro terá de escolher o novo comandante. São vários candidatos a Presidente do Brasil que se apresentam como “salvadores da pátria”. De um lado, uns comprometidos até o gogó com os movimentos de “Esquerda” que vão de encontro colidindo-se frontalmente com os valores cristãos.  De outro lado, outros torcendo pelo representante, não sei de "Direita" mas que favorece a liberdade de mercado, defende os direitos individuais e os poderes sociais; coloca o patriotismo e os valores morais religiosos e culturais tradicionais acima de quaisquer projetos de reforma da sociedade. 

O que pretendo aqui indagar é o seguinte: Que orientação tem dado para seus obreiros  e consequentemente para suas igrejas, a AICEB?
Pelo que temos percebido quanto à questão das eleições deste ano, através dos grupos sociais  WhatsApp, é que temos pastores e líderes da AICEB tanto na defesa  de um partido de esquerda, que fere mortalmente nossos valores cristãos, morais e éticos, como pastores que desaprovam esta ideologia, isto é, pastores e líderes que defendem nossos valores morais social religiosos e de fé cristã.   Voltamos a insistir: A AICEB está do lado de quê?  Defende o quê? Desaprova o quê? A sua omissão neste momento crucial da política brasileira pode nos custar caro.  Muitos líderes denominacionais nacionais têm se manifestado. E nós? Vamos deixar a coisa solta? divididos?   





sábado, 15 de setembro de 2018

A CURA DOS OLHOS



A CURA DOS OLHOS
Pr. Ignácio Pinto
Não raras vezes nos deparamos com pessoas que alimentam a alma com uma visão absurdamente distorcida da realidade presente. Sucede que, invariavelmente, tal visão pode decorrer do modo como se enxerga o mundo a nossa volta e não, de fato, como ele realmente se apresenta.
Joaquim Manuel de Macedo escreveu um delicioso romance no século XVIII com o título “A Luneta Mágica” onde pinta um quadro conflituoso entre o bem e o mal, numa assombrosa guerra na vida de um homem tolo. Simplício, a personagem protagonista, padece de grave miopia física e moral que o impede de discernir corretamente o ambiente no qual vive.
Assim, nesse palco dramático de uma vida absolutamente insossa, Simplício encontra a possibilidade de vislumbrar as cores da vida ao receber, de um armênio mágico, um óculos que o faria ver tudo a seu redor. Ocorre, contudo, que o óculos mágico trazia consigo um plus que dava a seu usuário a capacidade de conhecer o lado maligno de todas as coisas. De fato, Simplício descobriu a face grotesca das pessoas. Falsidades, maledicências, segundas intenções, interesses espúrios etc. compunham o tecido da personalidade e caráter da gente que cercava o parvo homem. Desesperado, Simplício passou a desconfiar de todos e tudo; e, assim, se trancou em seu mundo, porquanto, o mundo que o circundava era tragicamente marcado pela maldade.
Acontece que Simplício teve novo encontro com o armênio, que, dessa vez, lhe ofereceu outro óculos capaz de detectar somente o lado bom de tudo. O lado horroroso das pessoas cedeu lugar, na alma apoucada de Simplício, a tudo que de mais gracioso poderia conceber uma mente infantil. Diante dessa situação, Simplício se entregou, confiou e amou até o limite que seus olhos, atados pela visão distorcida de uma luneta mágica, podiam enxergar. Como não poderia deixar de ser, apareceram larápios que se aproveitaram da ingenuidade de Simplício, para em seguida, às costas, rirem do simplório homem.
Diante da constatação do escárnio que faziam dele, Simplício, engolfado pelo desespero, resolveu dar cabo à própria vida. Todavia, eis que o armênio apareceu novamente e lhe entregou um terceiro óculos; dessa vez com lentes do bom senso. Ao reler o romance de Joaquim Macedo lembrei-me das palavras do Senhor Jesus:
A lâmpada do corpo é o olho. Portanto, se teu olho estiver são, todo teu corpo ficará iluminado; mas se teu olho estiver doente, todo teu corpo ficará escuro. Pois se a luz que há em ti são trevas, quão grandes serão as trevas! (Mateus 6,22-23).
Para o Senhor Jesus, os olhos são peças importantes na relação com o universo que nos circunda. Depreendemos destas palavras, do Senhor, que o ser humano dispõe da capacidade de ver o mundo pelo menos de duas maneiras. A primeira maneira é a física. Neste sentido, o mundo é a soma literal de todas as coisas; se resume apenas à visão concreta de tudo que existe. Essa forma de ver depende mais da coisa vista do que de quem a vê.  O que se enxerga é o que está posto e da forma como se encontra, sem intervenções ou interpretações subjetivas. A segunda maneira de ver tudo, não depende necessariamente do outro, ou do objeto olhado, mas do sujeito olhante. Esse tipo de olhar exige de quem olha, uma visão transformada pela graça divina; porquanto, bondade, beleza, edificação, etc. encontram-se indivorciavelmente atreladas a olhos que experimentaram cura. Zaqueu, por exemplo, foi visto pelas pessoas como assombroso pecador; por Jesus, como filho de Abraão que, alcançado pela graça, chegou ao arrependimento (Cf. Lc 19:1-19). Os escribas e fariseus enxergaram a mulher adúltera, como pecadora digna da pena capital; Jesus lançou sobre ela um olhar que, não obstante o gravíssimo pecado cometido deveria ter uma segunda chance (cf. Jo. 8:1-11). Para Simão, o fariseu, a mulher que ungiu os pés de Jesus não passava de uma depravada indigna de contato e Jesus um impostor, visto não discernir a indignidade da mulher; Jesus, contudo, vai além da miopia física e moral do fariseu e percebe que aquela mulher é uma alma sedenta que compreendeu sua visceral necessidade de compaixão (cf. Lc 7:36-50).
Repare que do ponto de vista físico a realidade é a mesma para todos, entretanto, quando o foco se desloca para os olhos de quem enxerga e não de quem é enxergado a realidade muda. Jesus é a perfeita expressão dum olhar sadio. Ele não nega a malignidade presente, mas dá a chance para que a graça superabunde e escorrace o mal que teima em nos destruir.
Ao usar a luz como metáfora dos olhos é óbvio que Jesus fê-lo sabendo que estes captam a realidade exterior através de processos protagonizados pelo cérebro. É lícito, portanto entender que o que carece de cura é a psique (mente) humana, a fim de interpretar corretamente e, por conseguinte, se relacionar bem com o mundo com o qual interage a despeito de sua malignidade.
Na lógica de Cristo, se o instrumento do corpo (o olho) responsável por iluminá-lo padece de cegueira, todo o corpo está fadado à escuridão. A totalidade do ser vive na luz ou nas trevas a depender da saúde ou enfermidade dos olhos. Ora, é evidente que o Senhor intencionava apontar a incapacidade de muita gente de voltar sua visão para o reino divino e enxergar Jesus como a Luz que ilumina a alma para a salvação. Os fariseus e religiosos em geral eram destituídos de olhos saudáveis, consequentemente, tudo que conseguiam divisar em Jesus eram perplexidade e espanto, pois seus olhos continuavam fortemente fechados para a graça desabrochada entre nós através do Deus que se fez gente.
Lamentavelmente, à semelhança de Simplício, existem pessoas que vivem numa eterna gangorra, convulsionadas pela instabilidade de sua miopia moral e movidas por uma personalidade fraca tendem a emitir juízo temerário sobre tudo e todos, posto que não se entregam ao labor de conhecer as coisas em sua totalidade, mas somente aspectos do todo. Com efeito, dominadas por olhos enfermos, tais pessoas, constroem imagens caricatas da realidade. E pior, reputando-se detentoras do verdadeiro conhecimento põem-se num exercício prazeroso de autofagia (se consomem no saber e conhecimento que reputam ter) sem saber que outros olhos riem-se dessa gigantesca tolice.       
Em verdade, lançar o olhar sobre o mundo (não falo de sistema mundano, mas de coisas) constitui um exercício de sabedoria e fé. Sabedoria para olharmos, interpretarmos e interagirmos com a realidade a partir das lentes da Palavra de Deus. Fé para, a despeito da malignidade no qual o mundo está absorto, crer que há esperança, pois Cristo como Luz do mundo continua a irradiar seu brilho restaurador a olhos que necessitam ser curados (cf. Mc. 8:22-26). Deus em Cristo e sua inerrante, imutável e suficiente Palavra são as lentes do bom senso que fornecem ao cristão a capacidade para analisar, compreender e interatuar com o mundo que o cerca. Sem essas lentes a realidade se mostra distorcida e as pessoas trilham caminhos avessos à vontade de Deus, na mais absoluta certeza de que estão no caminho certo; e, como Simplício, caminham em direção à morte (cf. Pv. 14:12). Que a luz salvadora do Cristo encarnado descerre as trevas que dominam seus olhos!



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